Professores da UFF continuam em greve no Rio
Os professores da Universidade Federal Fluminense (UFF) decidiram, em assembleia, manter a greve que começou no dia 28 de maio, incluindo técnicos administrativos e alunos da instituição; foram 266 votos a favor e 108 contra a continuidade do movimento; a informação é da Associação dos Docentes da UFF (Aduff); os professores defendem o caráter público da universidade e reivindicam melhores condições de trabalho e ensino, garantia da autonomia universitária, reestruturação da carreira e valorização salarial de ativos e aposentados
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Akemi Nitahara, da Agência Brasil - Os professores da Universidade Federal Fluminense (UFF) decidiram hoje (17), em assembleia, manter a greve que começou no dia 28 de maio, incluindo técnicos administrativos e alunos da instituição. Foram 266 votos a favor e 108 contra a continuidade do movimento. A informação é da Associação dos Docentes da UFF (Aduff).
De acordo com a Aduff, a assembleia deliberou que a pauta de reivindicações dos docentes vai ser encaminhada ao Conselho Universitário da UFF, que tem reunião marcada para o dia 24 (quarta-feira).. A categoria decidiu participar do ato dos servidores públicos federais no dia 25 de junho, às 17h, na Candelária. No mesmo dia, será feita nova assembleia, às 14h, na quadra da Educação Física.
Os professores defendem o caráter público da universidade e reivindicam melhores condições de trabalho e ensino, garantia da autonomia universitária, reestruturação da carreira e valorização salarial de ativos e aposentados. Segundo a Associação Nacional dos Docentes do Ensino Superior (Andes), a Secretaria de Educação Superior do Ministério da Educação (Sesu-MEC) marcou para terça-feira (23), às 14h, em Brasília, uma reunião com a Andes, para discutir as reivindicações dos docentes federais. No total, 33 seções sindicais aderiram à greve nacional.
A Andes informa que, na última reunião com o ministro da Educação em exercício, Luís Claudio Costa, em 22 de maio, os representantes do MEC não apresentaram respostas e voltaram atrás em relação ao acordo assinado em abril de 2014, sobre os conceitos iniciais para reestruturação da carreira.
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