Professores cobram readmissões no Rio

Professores das redes municipal e estadual do Rio de Janeiro realizaram uma panfletagem em Copacabana; eles seguiram da Praça Cardeal Arcoverde para o hotel Copacabana Palace coletando assinaturas para um abaixo assinado que pede que o governo volte atrás nas demissões ocorridas devido à paralisação; a categoria está em greve desde o dia 12 de maio

Professores das redes municipal e estadual do Rio de Janeiro realizaram uma panfletagem em Copacabana; eles seguiram da Praça Cardeal Arcoverde para o hotel Copacabana Palace coletando assinaturas para um abaixo assinado que pede que o governo volte atrás nas demissões ocorridas devido à paralisação; a categoria está em greve desde o dia 12 de maio
Professores das redes municipal e estadual do Rio de Janeiro realizaram uma panfletagem em Copacabana; eles seguiram da Praça Cardeal Arcoverde para o hotel Copacabana Palace coletando assinaturas para um abaixo assinado que pede que o governo volte atrás nas demissões ocorridas devido à paralisação; a categoria está em greve desde o dia 12 de maio (Foto: Leonardo Lucena)


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Jornal do Brasil - Professores das redes municipal e estadual do Rio de Janeiro realizaram uma panfletagem neste domingo (22) em Copacabana. Eles seguiram da Praça Cardeal Arcoverde para o hotel Copacabana Palace coletando assinaturas para um abaixo assinado que pede que o governo volte atrás nas demissões ocorridas devido à paralisação. A categoria está em greve desde o dia 12 de maio.

Na terça-feira (24), acontecerá um conselho deliberativo com o objetivo de apreciar a proposta de convocar uma assembléia extraordinária na quinta-feira (26), para avaliar o caminho da greve.

No dia 5 de junho, deputados estaduais do Rio aprovaram aumento de 8% para os funcionários, permissão de extensão do aumento aos animadores culturais e o abono das faltas por paralisação nos dias 16, 17 e 18 de abril. Os servidores vêm pedindo desde o início da greve um aumento de 20%, que cada professor trabalhe em uma única escola e redução da carga horária de 40 para 30 horas semanais. Agora, também destacam que é fundamental que o governo retire a punição a 147 grevistas que ficaram fora da folha de pagamento.

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