Professor da UFRJ condenado por terrorismo é deportado

O professor franco-argelino Adlène Hicheur, que era pesquisador visitante do Instituto de Física da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), foi deportado sumariamente do Brasil na noite desta sexta-feira 15; a ordem de deportação partiu do Ministério da Justiça, que aproveitou uma brecha entre a renovação do contrato da UFRJ com o professor; Hicheur foi condenado na França em 2009 acusado de trocar mensagens com pessoas envolvidas em atos terroristas; ele nega as acusações

O professor franco-argelino Adlène Hicheur, que era pesquisador visitante do Instituto de Física da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), foi deportado sumariamente do Brasil na noite desta sexta-feira 15; a ordem de deportação partiu do Ministério da Justiça, que aproveitou uma brecha entre a renovação do contrato da UFRJ com o professor; Hicheur foi condenado na França em 2009 acusado de trocar mensagens com pessoas envolvidas em atos terroristas; ele nega as acusações
O professor franco-argelino Adlène Hicheur, que era pesquisador visitante do Instituto de Física da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), foi deportado sumariamente do Brasil na noite desta sexta-feira 15; a ordem de deportação partiu do Ministério da Justiça, que aproveitou uma brecha entre a renovação do contrato da UFRJ com o professor; Hicheur foi condenado na França em 2009 acusado de trocar mensagens com pessoas envolvidas em atos terroristas; ele nega as acusações (Foto: Gisele Federicce)


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Isabela Vieira – Repórter da Agência Brasil

O professor franco-argelino Adlène Hicheur, que era pesquisador visitante do Instituto de Física da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), foi deportado sumariamente do Brasil, na noite desta sexta-feira (15).

Segundo informações preliminares, ele foi deportado para a França, do aeroporto internacional do Galeão, na zona norte da cidade do Rio de Janeiro.

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A ordem de deportar o pesquisador partiu do Ministério da Justiça, que aproveitou uma brecha entre a renovação do contrato da UFRJ com o professor.

Hicheur foi condenado na França, em 2009, acusado de trocar mensagens com pessoas envolvidas em atos terroristas.

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Apesar de negar as acusações que, segundo ele, "não apresentou nenhuma prova material para sustentar seus argumentos" e ter sido condenado"com base em hipóteses", o professor cumpriu pena na França, antes de vir ao Brasil, onde está desde 2013, na UFRJ.

Em nota no site, a UFRJ disse que ficou surpresa e preocupada com a ação da Polícia Federal "anunciada sem apresentação de justificativas claras e atenção a princípios democráticos básico", em referência ao direito à defesa.

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A UFRJ havia aprovado pedido de renovação de contrato com o professor, após análises de órgãos internos. Hicheur, na Instituto de Física, desenvolveu importantes pesquisa, com destaque para descobertas para a Física de Partículas e contava com apoio do Centro Brasileiro de Pesquisas Fisicas.

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