Professor da Uerj recusa oferta de emprego do exterior: ‘amo o que faço aqui’

O professor da UERJ Evandro Brum Pereira, que tem um currículo acadêmico invejável, começou a receber ofertas de emprego do exterior depois que sua foto, com um cartaz em que pedia um trabalho, começou a circular nas redes sociais; a Universidade do Estado do Rio de Janeiro passa por uma grava crise e os funcionários estão com salários atrasados; ele recusou, no entanto, as ofertas: "Eu sou professor com dedicação exclusiva da Uerj. Amo o que faço, amo dar aula. Continuo na Uerj sim. É um apelo que a gente faz: olhem com carinho nossa situação. Tentem solucionar isso o mais rápido possível. Precisamos comer", pediu


O professor da UERJ Evandro Brum Pereira, que tem um currículo acadêmico invejável, começou a receber ofertas de emprego do exterior depois que sua foto, com um cartaz em que pedia um trabalho, começou a circular nas redes sociais; a Universidade do Estado do Rio de Janeiro passa por uma grava crise e os funcionários estão com salários atrasados; ele recusou, no entanto, as ofertas: "Eu sou professor com dedicação exclusiva da Uerj. Amo o que faço, amo dar aula. Continuo na Uerj sim. É um apelo que a gente faz: olhem com carinho nossa situação. Tentem solucionar isso o mais rápido possível. Precisamos comer", pediu
O professor da UERJ Evandro Brum Pereira, que tem um currículo acadêmico invejável, começou a receber ofertas de emprego do exterior depois que sua foto, com um cartaz em que pedia um trabalho, começou a circular nas redes sociais; a Universidade do Estado do Rio de Janeiro passa por uma grava crise e os funcionários estão com salários atrasados; ele recusou, no entanto, as ofertas: "Eu sou professor com dedicação exclusiva da Uerj. Amo o que faço, amo dar aula. Continuo na Uerj sim. É um apelo que a gente faz: olhem com carinho nossa situação. Tentem solucionar isso o mais rápido possível. Precisamos comer", pediu (Foto: Leonardo Lucena)


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Rio 247 - "Alguém pode me arrumar um trabalho?", perguntou o professor da Universidade do Estado do Rio de Janeiro Evandro Brum Pereira, em um cartaz que mostrava sua formação com pós-doutorado. Consta no cartaz um currículo invejável: mestrado na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), doutorado na França e pós-doutorado na Espanha. Fala fluentemente inglês, francês e espanhol.

Após o caso ficar famoso nas redes sociais, ele recebeu propostas do exterior, mas recusou. Pereira é um dos 207 mil servidores do Estado que não receberam os salários de abril. "Eu sou professor com dedicação exclusiva da Uerj. Amo o que faço, amo dar aula. Continuo na Uerj sim. É um apelo que a gente faz: olhem com carinho nossa situação. Tentem solucionar isso o mais rápido possível. Precisamos comer", disse ele durante entrevista concedida ao RJTV, da TV Globo.

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De acordo com o professor, o seu objetivo sempre foi chamar a atenção das autoridades para os problemas da universidade. "É claro que estou com dificuldade de pagar minhas contas, como todos estão. Tenho usado alguma reserva feita ao longo dos anos, mas está tudo indo embora. Uso cartão de crédito, aquele esquema de jogar para lá, para cá. Pago com multas", afirma.

 

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