Prevalência da P.1 em São Paulo deve conter transmissão da variante Delta, diz diretora do Butantan
Segundo Segundo Sandra Coccuzzo Sampaio Vessoni, diretora do Centro de Desenvolvimento Científico do Instituto Butantan, a detecção da Delta é importante, mas não é um sinal de que ela se espalhará pelo estado
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247 - Apesar de já ocorrer transmissão comunitária da variante Delta do coronavírus em São Paulo, a prevalência da variante P.1 no estado deve conter sua transmissão.
Segundo Sandra Coccuzzo Sampaio Vessoni, diretora do Centro de Desenvolvimento Científico (CDC) do Instituto Butantan, a detecção da Delta é importante, mas não é um sinal de que ela se espalhará por São Paulo.
O primeiro caso no estado foi de um homem de 45 anos da capital paulista, que passa bem. Ele nega ter viajado ao exterior e diz que não teve contato com pessoas que estiveram fora do país. O caso foi confirmado na noite desta segunda-feira (5).
"Os municípios estão com 70% a 100% de casos da variante P.1. Mesmo achando uma variante importante, o fato de ter uma muito disseminada faz com que não seja fácil alcançar o mesmo 'hub'. Não se encontra um espaço fácil para que a outra variante se estabeleça", explica a especialista ao Estadão.
A P.1 corresponde a 90.77% das variantes em circulação no estado. 21 variantes já foram identificadas em circulação.
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