Preso mais um suspeito de envolvimento na morte de Malhães

Rodrigo Pires, irmão de Rogério Pires, caseiro do coronel reformado Paulo Malhães, foi preso na manhã desta quarta-feira; ele é apontado nas investigações como um dos envolvidos na morte do militar, encontrado morto em seu sítio no dia 25 de abril, na zona rural de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense

Rodrigo Pires, irmão de Rogério Pires, caseiro do coronel reformado Paulo Malhães, foi preso na manhã desta quarta-feira; ele é apontado nas investigações como um dos envolvidos na morte do militar, encontrado morto em seu sítio no dia 25 de abril, na zona rural de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense
Rodrigo Pires, irmão de Rogério Pires, caseiro do coronel reformado Paulo Malhães, foi preso na manhã desta quarta-feira; ele é apontado nas investigações como um dos envolvidos na morte do militar, encontrado morto em seu sítio no dia 25 de abril, na zona rural de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense (Foto: Gisele Federicce)


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Douglas Corrêa - Repórter da Agência Brasil

Policiais da Divisão de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) prenderam, na manhã de hoje (10), Rodrigo Pires, irmão de Rogério Pires, caseiro do coronel reformado Paulo Malhães, encontrado morto em seu sítio no dia 25 de abril, na zona rural de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. Rodrigo foi localizado na casa de amigos de familiares, no município de Japeri, também na Baixada. Outro irmão do caseiro, Anderson Pires Teles também foi preso recentemente pela Polícia Civil e está com a prisão preventiva decretada pela Justiça.

De acordo com o delegado Pedro Medina, titular da delegacia especializada, Rodrigo é apontado nas investigações como um dos envolvidos na morte do militar. Contra ele foi cumprido mandado de prisão, expedido pela Justiça, por homicídio.

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Ex-agente do Centro de Informações do Exército (CEI),o militar foi morto um mês depois de prestar depoimento à Comissão Nacional da Verdade, quando admitiu ter torturado, matado e ocultado cadáveres de presos políticos durante a ditadura militar. No depoimento, ele disse não se arrepender de nada e contou como funcionava a Casa da Morte, em Petrópolis, na região serrana, centro clandestino de torturas, onde teriam sido assassinadas 20 pessoas. A Comissão chegou a suspeitar que a morte de Malhães teria sido queima de arquivo.


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