Presidente do Conselho de Medicina do Rio alerta: só vá ao trabalho em caso de extrema necessidade
"Toda e qualquer atividade que agrupe pessoas, nesse momento deve ser limitada. O que a gente entende é que três pessoas reunidas, a chance de alguma com vírus passe para outra é grande", diz Sylvio Provenzano, presidente do Cremerj
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Sputinik – O Brasil registrou nesta terça-feira (18) a primeira morte causada pelo COVID-19. A vítima era um homem de 62 anos com histórico de diabetes, hipertensão e hiperplasia prostática.
Além deste caso, o governo do Estado de São Paulo investiga outras quatro mortes suspeitas de terem sido causadas pelo novo coronavírus.
No Rio de Janeiro, também nesta terça-feira, um homem morreu em um hospital na cidade de Niterói também com suspeita de ter sido infectado pelo novo coronavírus.
Diante do primeiro caso confirmado de morte no país, Sylvio Provenzano, presidente do CREMERJ (Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio de Janeiro), disse que agora é o momento de ainda mais isolamento.
"Toda e qualquer atividade que agrupe pessoas, nesse momento deve ser limitada. O que a gente entende é que três pessoas reunidas, a chance de alguma com vírus passe para outra é grande", afirmou à Sputnik Brasil.
Segundo Provenzano, é importante que as pessoas fiquem em casa e só se dirijam ao trabalho em casos extremos.
"Você só vai ao trabalho em caso de extrema necessidade e no ambiente de trabalho procurar sempre que possível arejá-lo", disse.
Sylvio Provenzano disse que medidas radicais são necessárias no Brasil para que o país não cometa os mesmos erros que a Itália.
"Que a gente possa aprender com a tragédia que está acontecendo em um país coirmão e que na verdade não se repitam os erros da Itália aqui no Brasil. Eles nos ensinaram o que não devemos fazer e o que a gente precisa fazer? É o confinamento das pessoas, quanto menos circulação melhor. Mas esse é um compromisso individual, cada um precisa estar consciente da sua responsabilidade para com o outro", recomendou.
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