Presidente da RioZoo é detido pela polícia

O presidente da fundação RioZoo, Sergio Luiz Felipe, foi preso, por policiais da Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente (DPMA) em consequência de irregularidades encontradas no local, como 160 quilos de carne vencidos que seriam utilizados para consumo, além de medicamentos que também estavam vencidos; os agentes também encontraram quatro espingardas de diversos calibres, sem registro, em um armário dentro do hospital veterinário, junto com outros rifles de ar comprimido; Ibama já havia determinado o fechamento do local por problemas estruturais; a prefeitura já abriu licitação para modernização do zoologico; o valor da concessão é de R$ 66,6 milhões e tem prazo de dois ano

O presidente da fundação RioZoo, Sergio Luiz Felipe, foi preso, por policiais da Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente (DPMA) em consequência de irregularidades encontradas no local, como 160 quilos de carne vencidos que seriam utilizados para consumo, além de medicamentos que também estavam vencidos; os agentes também encontraram quatro espingardas de diversos calibres, sem registro, em um armário dentro do hospital veterinário, junto com outros rifles de ar comprimido; Ibama já havia determinado o fechamento do local por problemas estruturais; a prefeitura já abriu licitação para modernização do zoologico; o valor da concessão é de R$ 66,6 milhões e tem prazo de dois ano
O presidente da fundação RioZoo, Sergio Luiz Felipe, foi preso, por policiais da Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente (DPMA) em consequência de irregularidades encontradas no local, como 160 quilos de carne vencidos que seriam utilizados para consumo, além de medicamentos que também estavam vencidos; os agentes também encontraram quatro espingardas de diversos calibres, sem registro, em um armário dentro do hospital veterinário, junto com outros rifles de ar comprimido; Ibama já havia determinado o fechamento do local por problemas estruturais; a prefeitura já abriu licitação para modernização do zoologico; o valor da concessão é de R$ 66,6 milhões e tem prazo de dois ano (Foto: Leonardo Lucena)


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Rio 247 - O presidente da fundação RioZoo, Sergio Luiz Felipe, foi preso, nesta segunda-feira (25), por policiais da Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente (DPMA) em consequência de irregularidades encontradas no local, como 160 quilos de carne vencidos que seriam utilizados para consumo, além de medicamentos que também estavam vencidos.

Os agentes também encontraram quatro espingardas de diversos calibres, sem registro, em um armário dentro do hospital veterinário, junto com outros rifles de ar comprimido. Sérgio foi conduzido para prestar depoimento.

O  Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama) determinou o fechamento do local, no último dia 14, após ser constatada a falta de licenças, como a de operação. O instituto também identificou a autorização de manejo precário, que está vencida, e problemas estruturais nos recintos dos animais, como o de aves, o de reprodução e o corredor de fauna. 

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No último dia 19, em reunião com representantes do Ministério Público Federal (MPF), da Secretaria Municipal de Ambiente (SMAC) e do Ibama decidiram pela manutenção do fechamento até que o poder municipal garanta o bem estar mínimo dos animais e atendimento adequado aos visitantes.

Medidas

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A Prefeitura do Rio publicou, na última terça-feira (19), no Diário Oficial do Município, o aviso de licitação para gestão do Jardim Zoológico do Rio. O valor da concessão é de R$ 66,6 milhões e tem prazo de dois anos. 

O novo modelo administrativo prevê a transformação do ambiente de 120 mil metros quadrados num grande parque sustentável a partir da criação de áreas temáticas destinadas ao convívio mútuo de animais, reproduzindo o ambiente das savanas, sem o confinamento de recintos exclusivos. O projeto indica também espaço para lojas, restaurantes, teleférico e cinema 4D. Neste tipo de concessão, não há aporte de recursos municipais.

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A empresa vencedora da licitação terá de cumprir as exigências emergenciais previstas do contrato. Estão previstas a recuperação e aproveitamento do prédio histórico; a reforma do hospital veterinário; a criação de um sistema que utilize pelo menos 60% de água de reuso; a construção do espaço para quarentena dos animais; e a construção de estação de tratamento de esgoto, da passarela de observação sobre a ala dos primatas, e de espaço para a prática de arvorismo e educação ambiental.

O novo Zoológico terá uma tirolesa que sobrevoará o habitat dos jacarés. Com 60 metros de extensão e 14 de altura, a atração deverá ser uma das mais procuradas pelos visitantes, que poderão caminhar entre os felinos mais ferozes do planeta. Um vidro de alta resistência vai circundar as áreas de visitação, permitindo maior contato com os animais e garantindo maior segurança ao público.

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Segundo o projeto, espaços vão reproduzir o ambiente de savana, onde cervos, gnus e outros bichos de convívio amigável poderão interagir e ocupar o mesmo ambiente. Não haverá mais recintos isolados. Os animais com sinais de estresse terão disponível uma área de recuperação. O mesmo acontecerá com os resgatados em área urbana.

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