Presidente da Fecomércio-RJ é preso na Lava Jato

A Polícia Federal deflagrou nesta sexta-feira, a Operação Jabuti, na 49ª fase da Lava Jato, e prendeu o presidente da Federação do Comércio do Estado do Rio de Janeiro (Fecomércio-RJ), Orlando Diniz; ele é suspeito de contratação de funcionários fantasmas com dinheiro destinado ao Sesc e ao Senac; outras três pessoas são alvos de mandados de prisão; investigadores apuram indícios de que Diniz usou o esquema de lavagem montado pela organização criminosa do ex-governador Sérgio Cabral para lavar dinheiro

Agente da Polícia Federal visto durante operação no Rio de Janeiro. 30/01/2017 REUTERS/Ueslei Marcelino
Agente da Polícia Federal visto durante operação no Rio de Janeiro. 30/01/2017 REUTERS/Ueslei Marcelino (Foto: Aquiles Lins)


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Rio 247 - A Polícia Federal deflagrou nesta sexta-feira, a Operação Jabuti, na 49ª fase da Lava Jato, e prendeu o presidente da Federação do Comércio do Estado do Rio de Janeiro (Fecomércio-RJ), Orlando Diniz.

Ele é suspeito de contratação de funcionários fantasmas com dinheiro destinado ao Sesc e ao Senac. Outras três pessoas são alvos de mandados de prisão.

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Diniz foi alvo de mandado de prisão preventiva, portanto não há prazo determinado. Mas os outros três mandados contra Plínio José Freitas Travassos Martins, Marcelo José Salles de Almeida e Marcelo Fernando Novaes Moreira são de prisão temporária.

Além de presidente Fecomércio-RJ, Diniz também é presidente afastado do Sesc-Rio. Ele foi afastado do comando do Sesc em dezembro pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) por suspeita de irregularidades no comando dessa entidade.

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Os investigadores apuram indícios de que Diniz usou o esquema de lavagem montado pela organização criminosa do ex-governador Sérgio Cabral para lavar dinheiro. De acordo com o Ministério Público, Diniz teria utilizado Álvaro Novis, mesmo doleiro da organização criminosa de Cabral, para movimentar quantias de origem ilícita.

Segundo a investigação, as contratações fantasmas foram feitas a pedido de Cabral, e auxiliaram o ex-governador a aumentar a propina que era regularmente distribuída aos seus operadores mais próximos e seus parentes, num esquema que movimentou mais de R$ 7,5 milhões.

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(*Com informações do G1)

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