Prefeito de BH diz que não vai seguir decisão de Kassio que permite cultos e missas

"Em Belo Horizonte, acompanhamos o Plenário do Supremo Tribunal Federal. O que vale é o decreto do Prefeito. Estão proibidos os cultos e missas presenciais", inifrmou o prefeito Alexandre Kalil

Alexandre Kalil
Alexandre Kalil (Foto: Amira Hissa/PBH)


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247 - O prefeito de Belo Horizonte (Minas Gerais), Alexandre Kalil (PSD), informou que a cidade não vai seguir a decisão do ministro Kassio Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal (STF), que autorizou a realização de missas e cultos religiosos em todo o país. 

Neste sábado (3), o ministro atendeu pedido apresentado por evangélcos em 2020, e em meio ao aumento do número de óbitos pela Covid, determinou que "os Estados, Distrito Federal e Municípios se abstenham de editar ou de exigir o cumprimento de decretos ou atos administrativos locais que proíbam completamente a realização de celebrações religiosas presenciais, por motivos ligados à prevenção da Covid19".

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Segundo o prefeito, a cidade respeita o plenário do STF, não uma decisão monocrática. "Estão proibidos os cultos e missas presenciais", reforçou.


Neste sábado (3), véspera de Páscoa, o ministro determinou que"os Estados, Distrito Federal e Municípios se abstenham de editar ou de exigir o cumprimento de decretos ou atos administrativos locais que proíbam completamente a realização de celebrações religiosas presenciais, por motivos ligados à prevenção da Covid19"

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