Prefeitura do Rio irá liberar R$ 100 mi para hospitais estaduais

Prefeitura do Rio de Janeiro planeja emprestar ao Governo do Estado cerca de R$ 100 milhões para socorrer os hospitais Albert Schweitzer e Rocha Faria, na Zona Oeste da capital; nesta terça-feira (22), o governador Luiz Fernando Pezão havia informado que o estado precisa de R$ 350 milhões para normalizar o atendimento em todas as unidades de saúde; crise financeira levou parte das emergências a atender apenas os casos graves e os pacientes já internados

Prefeitura do Rio de Janeiro planeja emprestar ao Governo do Estado cerca de R$ 100 milhões para socorrer os hospitais Albert Schweitzer e Rocha Faria, na Zona Oeste da capital; nesta terça-feira (22), o governador Luiz Fernando Pezão havia informado que o estado precisa de R$ 350 milhões para normalizar o atendimento em todas as unidades de saúde; crise financeira levou parte das emergências a atender apenas os casos graves e os pacientes já internados
Prefeitura do Rio de Janeiro planeja emprestar ao Governo do Estado cerca de R$ 100 milhões para socorrer os hospitais Albert Schweitzer e Rocha Faria, na Zona Oeste da capital; nesta terça-feira (22), o governador Luiz Fernando Pezão havia informado que o estado precisa de R$ 350 milhões para normalizar o atendimento em todas as unidades de saúde; crise financeira levou parte das emergências a atender apenas os casos graves e os pacientes já internados (Foto: Paulo Emílio)


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Vinícius Lisboa,  repórter da Agência Brasil - A prefeitura do Rio de Janeiro planeja emprestar ao governo do estado cerca de R$ 100 milhões para socorrer dois hospitais estaduais da zona oeste: Albert Schweitzer e Rocha Faria. Ontem (22), o governador Luiz Fernando Pezão havia informado que o estado precisa de R$ 350 milhões para normalizar o atendimento em todas as unidades de saúde.

Por causa da crise financeira do estado, parte das unidades de saúde estaduais está atendendo apenas casos graves nas emergências e pacientes já internados. Em entrevista coletiva concedida ontem, o presidente do Conselho Regional de Medicina do Rio de Janeiro, Pablo Vazquez, classificou a situação como a pior crise já vivida pela rede estadual de saúde.

Na tarde de hoje, o secretário de governo do município, Pedro Paulo, vai se reunir com representantes da Secretaria Estadual de Saúde. Segundo ele, os recursos da prefeitura podem chegar aos hospitais estaduais amanhã (24).

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"Vamos discutir com o governo do estado a melhor forma de fazer esse adiantamento financeiro para que esses dois hospitais possam funcionar na sua normalidade", disse o secretário.

Pedro Paulo explicou que a prefeitura optou por socorrer os dois hospitais da zona oeste porque a região passa por uma situação mais crítica com as restrições de atendimento. O secretário argumentou que em torno do Hospital Estadual Getúlio Vargas, na zona norte, que também enfrenta problemas, há maior oferta de vagas em unidades de saúde.

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Segundo a prefeitura, as unidades de saúde municipais estão operando em esquema diferenciado para atender os pacientes que procuram a rede estadual. O aumento da procura pelas unidades municipais chega a 30%

"Na madrugada de hoje tivemos um aumento das transferências nas ambulâncias e estamos fazendo também a disponibilização de medicamentos e de insumos para essas unidades", disse Pedro Paulo.

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O secretário participou hoje do evento que inaugura o uso do Parque Radical, no Complexo Esportivo de Deodoro, como área de lazer. De amanhã (24) até 1º de março, as instalações construídas para as competições de canoagem slalom funcionarão como piscinas públicas, que serão administradas pela Rio Eventos em parceria com o Corpo de Bombeiros.

Justiça

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O Tribunal de Justiça do estado determinou que o governo disponibilize imediatamente os recursos obrigatórios destinados à área de saúde, atendendo à um pedido feito pelo gabinete de crise, formado pelo Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ), o Ministério Público Federal, o Sindicato dos Médicos e as defensorias públicas da União e do Rio.

Segundo a liminar, o estado tem 24 horas para depositar no Fundo de Saúde o valor correspondente a 12% da receita anual. Em caso de descumprimento, será aplicada multa diária de R$ 50 mil. O secretário de Saúde e o governador Luiz Fernando Pezão também terão de pagar multa diária de R$ 10 mil, caso não cumpram a decisão.

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