Possível estupro coletivo é investigado no Rio

A Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática do Rio de Janeiro (DRCI) abriu investigação para apurar vídeo de um possível estupro coletivo, postado no Twitter; as imagens postadas na rede social mostram uma menina desacordada com órgãos genitais expostos e geraram indignação; no próprio vídeo um homem diz que “uns 30 caras passaram por ela”; militantes feministas levaram o caso para o Ministério Público (MP-RJ) e foi feita uma denúncia anônima com o vídeo e capturas de tela das redes sociais

A Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática do Rio de Janeiro (DRCI) abriu investigação para apurar vídeo de um possível estupro coletivo, postado no Twitter; as imagens postadas na rede social mostram uma menina desacordada com órgãos genitais expostos e geraram indignação; no próprio vídeo um homem diz que “uns 30 caras passaram por ela”; militantes feministas levaram o caso para o Ministério Público (MP-RJ) e foi feita uma denúncia anônima com o vídeo e capturas de tela das redes sociais
A Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática do Rio de Janeiro (DRCI) abriu investigação para apurar vídeo de um possível estupro coletivo, postado no Twitter; as imagens postadas na rede social mostram uma menina desacordada com órgãos genitais expostos e geraram indignação; no próprio vídeo um homem diz que “uns 30 caras passaram por ela”; militantes feministas levaram o caso para o Ministério Público (MP-RJ) e foi feita uma denúncia anônima com o vídeo e capturas de tela das redes sociais (Foto: Leonardo Lucena)


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Tâmara Freire e Nanna Pôssa – Repórteres do Radiojornalismo

A Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática do Rio de Janeiro (DRCI) abriu investigação para apurar vídeo de um possível estupro coletivo, postado nessa quarta-feira (25) no Twitter. As imagens postadas na rede social mostram uma menina desacordada com órgãos genitais expostos e geraram indignação.

No próprio vídeo um homem diz que “uns 30 caras passaram por ela”. Militantes feministas levaram o caso para o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MP-RJ)e foi feita uma denúncia anônima com o vídeo e capturas de tela das redes sociais.

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A Ouvidoria do MP recebeu outras 800 comunicações. De acordo com a assessoria de imprensa do órgão, o material será encaminhado para a 23ª Promotoria de Investigação Penal porque, segundo denúncias, a vítima pode estar desaparecida e é a promotoria que trabalha junto à Delegacia Anti-Sequestro (DAS).

A conta que inicialmente divulgou o vídeo foi bloqueada do Twitter após uma série de denúncias.

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A Safernet, organização sem fins lucrativos dedicada à defesa e promoção dos direitos humanos na internet, pede que as imagens não sejam compartilhadas para não expor ainda mais a vítima, e diz que também está tomando providências.

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