Policiais fazem paralisação de três dias no Rio

Policiais civis do Rio de Janeiro começaram uma paralisação em várias delegacias do estado com previsão para durar três dias; de acordo com integrantes do movimento, casos que não precisam ter registro imediato não serão atendidos; a categoria questiona o atraso de salário a que servidores estaduais estão sendo submetidos, e pede melhores condições de trabalho; em folheto entregue à população, os policiais informam que as delegacias estão com efetivo reduzido, que não há contrato de manutenção de delegacias e órgãos técnicos, e falta até tinta e papel de impressão para carros policiais

Policiais civis do Rio de Janeiro começaram uma paralisação em várias delegacias do estado com previsão para durar três dias; de acordo com integrantes do movimento, casos que não precisam ter registro imediato não serão atendidos; a categoria questiona o atraso de salário a que servidores estaduais estão sendo submetidos, e pede melhores condições de trabalho; em folheto entregue à população, os policiais informam que as delegacias estão com efetivo reduzido, que não há contrato de manutenção de delegacias e órgãos técnicos, e falta até tinta e papel de impressão para carros policiais
Policiais civis do Rio de Janeiro começaram uma paralisação em várias delegacias do estado com previsão para durar três dias; de acordo com integrantes do movimento, casos que não precisam ter registro imediato não serão atendidos; a categoria questiona o atraso de salário a que servidores estaduais estão sendo submetidos, e pede melhores condições de trabalho; em folheto entregue à população, os policiais informam que as delegacias estão com efetivo reduzido, que não há contrato de manutenção de delegacias e órgãos técnicos, e falta até tinta e papel de impressão para carros policiais (Foto: Leonardo Lucena)


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Rio 247 - Policiais civis do Rio de Janeiro começaram, nesta sexta-feira, uma paralisação em várias delegacias do estado com previsão para durar três dias. De acordo com integrantes do movimento, casos que não precisam ter registro imediato não serão atendidos. A categoria questiona o atraso de salário a que servidores estaduais estão sendo submetidos, e pede melhores condições de trabalho. Em folheto entregue à população, os policiais informam que as delegacias estão com efetivo reduzido, que não há contrato de manutenção de delegacias e órgãos técnicos, e falta até tinta e papel de impressão para carros policiais.

Durante o período da paralisação, serão realizados os seguintes procedimentos: lavratura de apreensões em flagrante, medidas protetivas, remoção de cadáveres, apreensão de drogas, e cumprimento de mandados. As confecções de Registro de Ocorrência (RO) estão permitidos em casos de violência (com exceção dos Jecrim's), homicídio, latrocínio, estupro, roubo e furto de veículos.

Segundo o G1, uma liderança do movimento informou a lista de unidades que aderiram à mobilização: 4°, 6°, 7,° 10°, 11°, 12°, 14°, 16°, 17°, 20°, 22°, 27°, 29°, 33°, 35 °, 38°, 42°, 64°, 71°, 77°, 78º, 88°, 90°, 99°, 145°, 166, Deam Centro, Deam Caxias, Deam Campos, DPCA Niterói, DAIRJ, DRF, CORE, CFAE, DECON e DHNSG.

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