Polícia voltará à casa onde jovem foi estuprada
A titular da Delegacia da Criança e Adolescente Vítima, Cristiana Bento, disse que a Polícia Civil vai voltar à casa no alto do Morro São José Operário, na Praça Seca, em Jacarepaguá, local onde ocorreu o estupro coletivo de uma jovem de 16 anos; o objetivo é checar as informações prestadas pelos três suspeitos do crime presos até agora e que estão com a prisão temporária decretada pela Justiça; a jovem vítima de estupro e sua família já foram encaminhadas pela Secretaria de Estado de Assistência Social para o Programa de Proteção à Criança e ao Adolescente
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A titular da Delegacia da Criança e Adolescente Vítima, Cristiana Bento, disse que a Polícia Civil vai voltar à casa no alto do Morro São José Operário, na Praça Seca, em Jacarepaguá, local onde ocorreu o estupro coletivo de uma jovem de 16 anos. O obejtivo é checar as informações prestadas pelos três suspeitos do crime presos até agora e que estão com a prisão temporária decretada pela Justiça.
A decisão da polícia de voltar à comunidade na zona oeste do Rio foi tomada a partir do depoimento de Raphael de Assis Duarte Belo, de 41 anos. A delegada Cristiana Bento informou que, devido à importância do três suspeitos para as investigações, eles ainda não serão transferidos para um presídio do estado.
Programa de proteção
A jovem vítima de estupro e sua família já foram encaminhadas pela Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos para o Programa de Proteção à Criança e ao Adolescente. O programa é mantido com recursos do governo federal com contrapartida do governo do estado e é gerenciado por um conselho ligado ao Ministério da Justiça. Não há período previsto para a manutenção da família no programa. O prazo depende da avaliação dos profissionais de segurança e dos técnicos do programa, assim como do desejo da vítima em continuar sendo atendida.
Pelas regras do programa, nenhuma autoridade é informada da localização da vítima, que pode, inclusive, ter a identidade mudada. No período, ela receberá atendimento médico, psicológico e jurídico, e, na medida do possível, terá mantido o padrão de vida.
“Havia um risco potencial à segurança da jovem, por isso achamos providencial a sua entrada no programa de proteção. A ameaça de morte era real", disse o secretário de Assistência Social e Direitos Humanos, Paulo Melo.
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