Polícia Militar vai apurar acusação de que torturou Paulo Galo

O entregador afirma que não prestou queixa ou fez corpo de delito por medo de eventuais represálias

(Foto: Reprodução)


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247 - A Polícia Militar de São Paulo instaurou um procedimento para investigar uma denúncia de tortura feita pelo entregador e integrante do movimento Revolução Periférica Paulo Roberto da Silva Lima, conhecido como Galo, informa a jornalista Mônica Bergamo na Folha de S.Paulo.

Galo afirmou em redes sociais ter sido abordado por PMs em 15 de fevereiro deste ano, na zona oeste da cidade de São Paulo, quando transitava em sua moto sem fazer uso do capacete. 

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"Me torturavam, me batiam, me queimavam e diziam: 'Faz o L. Você não gosta de queimar as coisas?'", afirmou o entregador. Além do espancamento, Galo diz ter sido queimado com um equipamento usado pelos policiais. 

O entregador afirma que não prestou queixa ou fez corpo de delito por medo de eventuais represálias.

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Na semana passada, mais de 150 acadêmicos, ativistas e organizações de direitos humanos elaboraram uma carta cobrando explicações da Secretaria de Segurança Pública sobre o caso. O documento também foi endereçado ao Ministério dos Direitos Humanos. 

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