Polícia investiga morte de menino de 4 anos, enteado de vereador do Rio
A polícia do Rio de Janeiro investiga a morte do menino Henry Borel Medeiros, 4, enteado do vereador Jairo Souza Santos, conhecido como Dr. Jairinho (Solidariedade), e filho de sua namorada, a professora Monique Medeiros.
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247 - A polícia do Rio de Janeiro investiga a morte do menino Henry Borel Medeiros, 4, enteado do vereador Jairo Souza Santos, conhecido como Dr. Jairinho (Solidariedade), e filho de sua namorada, a professora Monique Medeiros. O caso ocorreu no último dia 8, na Barra da Tijuca, na zona oeste carioca. A reportagem é do portal Cidade ON.
Segundo a reportagem, o laudo de necropsia, obtido pela TV Globo e confirmado pela reportagem, mostrou que a criança já chegou morta ao hospital e que as causas do óbito foram "hemorragia interna" e "laceração hepática" (lesão no fígado), produzidas por uma "ação contundente" (violenta). Além disso, os peritos do Instituto Médico Legal concluíram que ele tinha hematomas nos membros superiores, hematomas e sangue no abdômen, infiltração hemorrágica no crânio, edemas (inchaço por excesso de líquido) no cérebro, contusão no rim e trauma com contusão no pulmão.
Questionada, a Polícia Civil informou apenas que "as investigações estão a cargo da 16ª DP (Barra da Tijuca) e correm sob sigilo". O advogado de Dr. Jairinho, André França, respondeu que só vai se pronunciar oficialmente ao vivo, para uma rede de televisão ainda não definida. O pai de Henry, o engenheiro Leniel Borel de Almeida, disse em entrevista ao RJ2 que está separado da mãe do menino e que esteve com o filho no fim de semana anterior à morte dele. No sábado (6) foram a uma festa e no domingo (7) à noite o deixou de volta na casa na mãe, na Barra da Tijuca, onde a criança chorou muito, como de costume.
Horas depois, de madrugada, Leniel recebeu uma ligação de Monique dizendo que ela e Dr. Jairinho estavam levando Henry às pressas ao Hospital Barra D'Or. Quando chegou, o pai relatou que viu "os médicos em cima do coração do menino" e que perguntou à mãe o que havia acontecido. "Falaram que houve um barulho, foram lá ver o que estava acontecendo, e quando chegou lá o menino estava revirando o olho com dificuldade de respirar, [como se o menino estivesse] tendo um ataque cardíaco", afirmou ele, que depois foi orientado a procurar a polícia e pedir o laudo pericial. O padrasto e a mãe do menino prestaram depoimento por cerca de 12 horas entre a tarde desta quarta (17) e a madrugada desta quinta (18).
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