Polícia atua contra milícia do Minha Casa Minha Vida

Policiais civis cumprem 27 mandados de prisão e 90 de busca e apreensão contra uma milícia que atua na zona oeste do Rio; entre os crimes cometidos pela quadrilha, conhecida como Liga da Justiça, estão a locação e venda ilegal de imóveis do Programa Minha Casa, Minha Vida e a extorsão de moradores que residem em unidades habitacionais do programa

Policiais civis cumprem 27 mandados de prisão e 90 de busca e apreensão contra uma milícia que atua na zona oeste do Rio; entre os crimes cometidos pela quadrilha, conhecida como Liga da Justiça, estão a locação e venda ilegal de imóveis do Programa Minha Casa, Minha Vida e a extorsão de moradores que residem em unidades habitacionais do programa
Policiais civis cumprem 27 mandados de prisão e 90 de busca e apreensão contra uma milícia que atua na zona oeste do Rio; entre os crimes cometidos pela quadrilha, conhecida como Liga da Justiça, estão a locação e venda ilegal de imóveis do Programa Minha Casa, Minha Vida e a extorsão de moradores que residem em unidades habitacionais do programa (Foto: Leonardo Lucena)


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Vitor Abdala - Repórter da Agência Brasil

Policiais civis cumprem na manhã de hoje (7) 27 mandados de prisão e 90 de busca e apreensão contra uma milícia que atua na zona oeste da cidade do Rio de Janeiro. Entre os crimes cometidos pela quadrilha, conhecida como Liga da Justiça, estão a locação e venda ilegal de imóveis do Programa Minha Casa, Minha Vida e a extorsão de moradores que residem em unidades habitacionais do programa.

Segundo a Secretaria de Segurança, o grupo obrigava os moradores a pagar por segurança, taxa extra de luz, televisão a cabo clandestina e cestas básicas. Aqueles que se negavam a pagar a quadrilha eram expulsos do condomínio. Os imóveis das pessoas expulsas eram alugados ou vendidos.

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Segundo a investigação da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas e Inquéritos Especiais (Draco-IE), da Polícia Civil, em parceria com as corregedorias das polícias, o Ministério Público e a Secretaria de Administração Penitenciária, aqueles que tentavam retornar às suas casas, ainda que apenas para pegar pertences, eram espancados e até mortos.

A quadrilha também é suspeita de praticar roubo, tortura, ocultação de cadáveres, constrangimentos ilegais e injúrias. Ontem, a Divisão de Homicídios da Polícia Civil já havia prendido Marco José de Lima Gomes, conhecido como Gão, e apontado como chefe em exercício do grupo, exercendo a função em lugar de outras lideranças presas.

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