PMs são presos acusados de extorquir traficantes

Uma operação da Secretaria de Segurança e do Ministério Público do Rio de Janeiro busca cumprir 16 mandados de prisão preventiva contra policiais militares; eles são acusados de se envolver com grupos de venda de drogas da Ilha do Governador, na zona norte da cidade; dois oficiais já foram presos: o ex-comandante do Batalhão da Ilha do Governador (17º BPM) coronel Dayzer Corpas Maciel e o chefe do Serviço Reservado do 17º BPM, tenente Vítor Mendes da Encarnação

Uma operação da Secretaria de Segurança e do Ministério Público do Rio de Janeiro busca cumprir 16 mandados de prisão preventiva contra policiais militares; eles são acusados de se envolver com grupos de venda de drogas da Ilha do Governador, na zona norte da cidade; dois oficiais já foram presos: o ex-comandante do Batalhão da Ilha do Governador (17º BPM) coronel Dayzer Corpas Maciel e o chefe do Serviço Reservado do 17º BPM, tenente Vítor Mendes da Encarnação
Uma operação da Secretaria de Segurança e do Ministério Público do Rio de Janeiro busca cumprir 16 mandados de prisão preventiva contra policiais militares; eles são acusados de se envolver com grupos de venda de drogas da Ilha do Governador, na zona norte da cidade; dois oficiais já foram presos: o ex-comandante do Batalhão da Ilha do Governador (17º BPM) coronel Dayzer Corpas Maciel e o chefe do Serviço Reservado do 17º BPM, tenente Vítor Mendes da Encarnação (Foto: Leonardo Lucena)


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Vitor Abdala - Repórter da Agência Brasil

Uma operação da Secretaria de Segurança e do Ministério Público do Rio de Janeiro prendeu hoje (9) 16 policiais militares acusados de se envolver com grupos de venda de drogas da Ilha do Governador, na zona norte da cidade. Entre os detidos estão o ex-comandante do Batalhão da Ilha do Governador (17º BPM) coronel Dayzer Corpas Maciel e o chefe do Serviço Reservado do 17º BPM, tenente Vítor Mendes da Encarnação.

Segundo investigações, os policiais tinham ligações com líderes do tráfico de comunidades da Ilha do Governador. No dia 16 de março, policiais abordaram um carro, com cinco suspeitos, que levavam quatro fuzis, 18 granadas, três pistolas e munições. Dos suspeitos, três foram presos e dois foram liberados mediante pagamento de propina.

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Os policiais, de acordo com as investigações da secretaria, só apresentaram um fuzil à Polícia Civil. As demais armas foram revendidas para o próprio grupo. Eles são suspeitos ainda de roubar cordões de ouro e relógios dos traficantes. Durante esse episódio de extorsão, os policiais conseguiram R$ 300 mil. Apenas o comandante teria recebido R$ 40 mil na transação.

*Atualização do 247

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