PMs lotados no MPRJ acessaram dados sobre o juiz Bretas, diz PF
Segundo informações da Polícia Federal, policiais militares lotados no Ministério Público do Rio de Janeiro pesquisaram informações sobre o pai do juiz Marcelo Bretas, para confeccionar dossiês sobre o magistrado; a PF suspeita que o ex-governador Sérgio Cabral esteja financiando os dossiês; segundo o MPRJ, as consultas sobre o pai de Bretas foram autorizadas pois o Ministério Público aluga um imóvel pertencente ao pai do juiz; a polícia civil também investiga por que 10 consultas sobre o nome de Bretas foram feitas nos computadores da polícia civil carioca
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Rio 247 - A Polícia Federal investiga a montagem de dossiês contra integrantes da operação Lava Jato no Rio e quer saber por que policiais militares lotados no Ministério Público Estadual (MPRJ) acessaram dados do juiz federal Marcelo Bretas (foto). Segundo as suspeitas da PF, o ex-governador Sérgio Cabral estaria financiando os dossiês.
Documento encaminhado pela Secretaria de Segurança Pública do RJ à PF mostra pesquisas feitas por dois policiais militares que trabalham no MPRJ sobre o pai de Bretas. O sistema registrou quatro consultas, todas feitas na manhã de 1º de dezembro de 2016 - duas semanas após Cabral ser preso pela Lava Jato.
Segundo o MPRJ, as consultas sobre o pai de Bretas foram autorizadas pois o Ministério Público aluga um imóvel pertencente ao pai do juiz. Ainda segundo o órgão, é rotina checar os dados de quem faz contratos com a instituição. Na quarta-feira (08), a Polícia Civil determinou que sua Corregedoria Interna (Coinpol) apurasse o envolvimento de policiais civis na confecção dos dossiês. Em nove meses, foram feitas 10 consultas sobre Marcelo Bretas
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