PMs acusados de matar Amarildo se apresentam após decretação de prisão
Nove dos dez policiais acusados de torturar, matar e ocultar o corpo do ajudante de pedreiro Amarildo de Souza se apresentaram espontaneamente no início da noite no Quartel-Geral da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro; defesa diz que "não tem provas que incriminem seus clientes, apenas especulação, e a prisão é um exagero, já que, até o momento, todos contribuíram com as investigações”; o soldado Wellington Tavares da Silva foi o único que ainda não apareceu
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Akemi Nitahara
Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - Após serem notificados da prisão preventiva decretada hoje (4) pela Juíza Daniella Alvarez Prado, da 35ª Vara Criminal do Rio, nove dos dez policiais acusados de torturar, matar e ocultar o corpo do ajudante de pedreiro Amarildo de Souza se apresentaram espontaneamente no início da noite no Quartel-Geral da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, no centro da cidade.
De acordo com nota divulgada pelo advogado Marcos Espínola, responsável pela defesa dos soldados Victor Vinícius Pereira da Silva, Douglas Roberto Machado, Jorge Luiz Gonçalves Coelho e Marlon Campos Dias, o inquérito conduzido pelo delegado Rivaldo Barbosa “não tem provas que incriminem seus clientes, apenas especulação, e a prisão é um exagero, já que, até o momento, todos contribuíram com as investigações”.
Também se apresentaram o major Edson dos Santos, o tenente Luiz Felipe de Medeiros, o sargento Jairo da Conceição Ribas e os soldados Anderson César Soares Maia e Fábio Brasil da Rocha. O soldado Wellington Tavares da Silva foi o único que ainda não apareceu.
Edição: Aécio Amado
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