PMDB do Rio pede apoio a Temer e a 'governabilidade'

Aliados da presidente Dilma Rousseff, governador do Rio, Luiz Fernando Pezão; o ex-governador Sérgio Cabral e o prefeito do Rio, Eduardo Paes, defenderam unidade no PMDB e manifestaram apoio à reeleição de Michel Temer no partido; “Acalmar o relacionamento entre o PMDB do RJ e o Nacional e que estamos juntos pra defender a governabilidade !”, declarou Pezão; ala do partido ligada a Renan Calheiros defende troca do comando da sigla, após articulação do vice pró-impeachment e pela destituição do deputado Leonardo Picciani (RJ) da liderança da legenda na Câmara

Aliados da presidente Dilma Rousseff, governador do Rio, Luiz Fernando Pezão; o ex-governador Sérgio Cabral e o prefeito do Rio, Eduardo Paes, defenderam unidade no PMDB e manifestaram apoio à reeleição de Michel Temer no partido; “Acalmar o relacionamento entre o PMDB do RJ e o Nacional e que estamos juntos pra defender a governabilidade !”, declarou Pezão; ala do partido ligada a Renan Calheiros defende troca do comando da sigla, após articulação do vice pró-impeachment e pela destituição do deputado Leonardo Picciani (RJ) da liderança da legenda na Câmara
Aliados da presidente Dilma Rousseff, governador do Rio, Luiz Fernando Pezão; o ex-governador Sérgio Cabral e o prefeito do Rio, Eduardo Paes, defenderam unidade no PMDB e manifestaram apoio à reeleição de Michel Temer no partido; “Acalmar o relacionamento entre o PMDB do RJ e o Nacional e que estamos juntos pra defender a governabilidade !”, declarou Pezão; ala do partido ligada a Renan Calheiros defende troca do comando da sigla, após articulação do vice pró-impeachment e pela destituição do deputado Leonardo Picciani (RJ) da liderança da legenda na Câmara (Foto: Roberta Namour)


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247 - O governador do Rio, Luiz Fernando Pezão; o ex-governador Sérgio Cabral e o prefeito do Rio, Eduardo Paes, foram recebidos em um jantar na noite de ontem, em São Paulo, pelo vice-presidente Michel Temer.

Segundo o vice, os líderes do PMDB fluminense defenderam unidade na sigla, após notícia de que a ala ligada ao presidente do Senado, Renan Calheiros, articula a saída de Temer do comando. Racha ocorreu contra as manobras do vice pró-impeachment e pela destituição do deputado Leonardo Picciani (RJ) da liderança da legenda na Câmara.

“Eles defenderam a unidade do partido e manifestaram apoio à minha reeleição”, disse Temer, segundo o colunista Ilimar Franco. “Acalmar o relacionamento entre o PMDB do RJ e o Nacional e que estamos juntos pra defender a governabilidade !”, acrescentou Pezão.

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De acordo como colunista, Temer reclama que tem sido alvo de uma campanha beligerante de vários setores, e que não se conforma em ter sido acusado de conspirador. Afirma que de fato conversa com a oposição, mas em nenhum momento para enfraquecer o governo da presidente Dilma. E prevê que manterá uma relação cordial e política com a presidente.

Sobre Renan, que colocou para votar proposta do senador Álvaro Dias (PSDB), pedindo que o TCU analise as pedaladas de Temer quando assumiu interinamente a Presidência, disse: “Vou ter uma conversa pessoal com o Renan. Não dá para entender. Mas agora é hora de fraternidade. É hora de Natal. É hora de Ano Novo”.

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