PM é indiciado por homicídio de estudante em escola do Rio

A Divisão de Homicídios da Polícia Civil do Rio de Janeiro concluiu que a menina Maria Eduarda Alves da Conceição, de 13 anos, foi vítima de homicídio doloso ao ser morta durante uma aula de educação física em março, na Escola Municipal Daniel Piza; de acordo com o delegado Breno Carnevale, o policial Fabio de Barros Dias assumiu o risco de causar a morte da estudante ao atirar contra suspeitos que estavam na frente de uma escola, e, por isso, o inquérito apontou homicídio doloso, na modalidade dolo eventual

A Divisão de Homicídios da Polícia Civil do Rio de Janeiro concluiu que a menina Maria Eduarda Alves da Conceição, de 13 anos, foi vítima de homicídio doloso ao ser morta durante uma aula de educação física em março, na Escola Municipal Daniel Piza; de acordo com o delegado Breno Carnevale, o policial Fabio de Barros Dias assumiu o risco de causar a morte da estudante ao atirar contra suspeitos que estavam na frente de uma escola, e, por isso, o inquérito apontou homicídio doloso, na modalidade dolo eventual
A Divisão de Homicídios da Polícia Civil do Rio de Janeiro concluiu que a menina Maria Eduarda Alves da Conceição, de 13 anos, foi vítima de homicídio doloso ao ser morta durante uma aula de educação física em março, na Escola Municipal Daniel Piza; de acordo com o delegado Breno Carnevale, o policial Fabio de Barros Dias assumiu o risco de causar a morte da estudante ao atirar contra suspeitos que estavam na frente de uma escola, e, por isso, o inquérito apontou homicídio doloso, na modalidade dolo eventual (Foto: Leonardo Lucena)


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Vinícius Lisboa - Repórter da Agência Brasil

A Divisão de Homicídios da Polícia Civil do Rio de Janeiro concluiu que a menina Maria Eduarda Alves da Conceição, de 13 anos, foi vítima de homicídio doloso ao ser morta durante uma aula de educação física em março, na Escola Municipal Daniel Piza.

Segundo informou nesta terça-feira (27) o delegado Breno Carnevale, o policial militar Fabio de Barros Dias assumiu o risco de causar a morte da estudante ao atirar contra suspeitos que estavam na frente de uma escola, e, por isso, o inquérito apontou homicídio doloso, na modalidade dolo eventual.

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“Foi uma operação planejada, então era da esfera de conhecimento de todos os policiais que participaram da operação que ali existia uma escola em pleno horário de funcionamento”, disse o delegado.

O corpo de Maria Eduarda apresentava seis perfurações, causadas por fragmentos de balas que se chocaram contra a grade da escola e se partiram, apontou a perícia. O exame de balística confirmou que o disparo partiu da arma de um dos policiais militares que atuavam no local. Eles participavam de uma operação planejada na região de Acari, na zona norte do Rio de Janeiro.

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Segundo o delegado Brenno Carnevale, no momento em que Maria Eduarda foi atingida, os policiais haviam atirado sem que qualquer disparo fosse feito na direção deles pelos suspeitos. Como apenas um policial baleou a estudante, o outro policial investigado foi inocentado.

Os dois PMs, no entanto, foram indiciados pelo homicídio doloso dos dois suspeitos que eram alvo da operação.

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*Matéria alterada às 13h10 para corrigir informação

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