Plataforma da Petrobras paralisa produção no Rio

A plataforma P-31 da Petrobras, que opera na Bacia de Campos, está com a produção paralisada há três dias por conta de um vazamento de água oleosa na unidade; de acordo com a Petrobras, o vazamento ocorreu na casa de bombas da plataforma e já está controlado; a produção da unidade marítima foi interrompida conforme previsto em situações deste tipo; segundo a estatal, todos os procedimentos de segurança foram adotados e não houve danos aos funcionários, às instalações ou ao meio ambiente; as autoridades competentes já foram informadas

A plataforma P-31 da Petrobras, que opera na Bacia de Campos, está com a produção paralisada há três dias por conta de um vazamento de água oleosa na unidade; de acordo com a Petrobras, o vazamento ocorreu na casa de bombas da plataforma e já está controlado; a produção da unidade marítima foi interrompida conforme previsto em situações deste tipo; segundo a estatal, todos os procedimentos de segurança foram adotados e não houve danos aos funcionários, às instalações ou ao meio ambiente; as autoridades competentes já foram informadas
A plataforma P-31 da Petrobras, que opera na Bacia de Campos, está com a produção paralisada há três dias por conta de um vazamento de água oleosa na unidade; de acordo com a Petrobras, o vazamento ocorreu na casa de bombas da plataforma e já está controlado; a produção da unidade marítima foi interrompida conforme previsto em situações deste tipo; segundo a estatal, todos os procedimentos de segurança foram adotados e não houve danos aos funcionários, às instalações ou ao meio ambiente; as autoridades competentes já foram informadas (Foto: Leonardo Lucena)


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Flávia Villela - Repórter da Agência Brasil

A plataforma P-31 da Petrobras, que opera na Bacia de Campos, está com a produção paralisada desde terça-feira (19) devido a um vazamento de água oleosa na unidade. De acordo com a Petrobras, o vazamento ocorreu na casa de bombas da plataforma e já está controlado. A produção da unidade marítima foi interrompida conforme previsto em situações deste tipo.

Segundo a estatal, todos os procedimentos de segurança foram adotados e não houve danos aos funcionários, às instalações ou ao meio ambiente. As autoridades competentes já foram informadas.

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O Sindicato dos Petroleiros do Norte Fluminense (Sindipetro-NF) disse que houve vazamento de gás e os alarmes foram acionados porque um duto que passa por dentro da casa de bombas está furada. A entidade diz que o alarme de presença de gás já havia sido acionado na P-31 em 11 de janeiro e a Petrobras deu a mesma justificativa de vazamento de água oleosa.

Os petroleiros reclamam que os sensores de gás da P-31 estão velhos e representam perigo para os trabalhadores. Segundo o sindicato, o incidente dessa semana é similar ao ocorrido em fevereiro do ano passado, no navio plataforma FPSO, na cidade de São Mateus, quando uma explosão na casa de bombas matou nove pessoas e deixou dezenas de pessoas feridas.

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