Picciani sobre condução coercitiva: “nada temo”

O presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), deputado Jorge Picciani (PMDB), sobre sua condução coercitiva durante a Operação Quinto do Ouro, da Polícia Federal, e negou ter cometido irregularidades fundos na tramitação da utilização de verbas do fundo do Tribunal de Contas do Estado (TCE-RJ) no pagamento de alimentação de presidiários e menores detidos no Degase. "Nada temia, nada temo e não tenho por que temer o delator", disse o presidente da Alerj. A Operação Quinto do Ouro prendeu cinco conselheiros do TCE-RJ e, de acordo com as investigações, os conselheiros do TCE receberiam 15% dos valores liberados do fundo de modernização do tribunal que foram usados pra pagar fornecedores de quentinhas pra presos e menores infratores.

O presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), deputado Jorge Picciani (PMDB), sobre sua condução coercitiva durante a Operação Quinto do Ouro, da Polícia Federal, e negou ter cometido irregularidades fundos na tramitação da utilização de verbas do fundo do Tribunal de Contas do Estado (TCE-RJ) no pagamento de alimentação de presidiários e menores detidos no Degase. "Nada temia, nada temo e não tenho por que temer o delator", disse o presidente da Alerj. A Operação Quinto do Ouro prendeu cinco conselheiros do TCE-RJ e, de acordo com as investigações, os conselheiros do TCE receberiam 15% dos valores liberados do fundo de modernização do tribunal que foram usados pra pagar fornecedores de quentinhas pra presos e menores infratores.
O presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), deputado Jorge Picciani (PMDB), sobre sua condução coercitiva durante a Operação Quinto do Ouro, da Polícia Federal, e negou ter cometido irregularidades fundos na tramitação da utilização de verbas do fundo do Tribunal de Contas do Estado (TCE-RJ) no pagamento de alimentação de presidiários e menores detidos no Degase. "Nada temia, nada temo e não tenho por que temer o delator", disse o presidente da Alerj. A Operação Quinto do Ouro prendeu cinco conselheiros do TCE-RJ e, de acordo com as investigações, os conselheiros do TCE receberiam 15% dos valores liberados do fundo de modernização do tribunal que foram usados pra pagar fornecedores de quentinhas pra presos e menores infratores. (Foto: Leonardo Lucena)


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Rio 247 - O presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), deputado Jorge Picciani (PMDB), sobre sua condução coercitiva durante a Operação Quinto do Ouro, da Polícia Federal, e negou ter cometido irregularidades fundos na tramitação da utilização de verbas do fundo do Tribunal de Contas do Estado (TCE-RJ) no pagamento de alimentação de presidiários e menores detidos no Degase. "Nada temia, nada temo e não tenho por que temer o delator", disse o presidente da Alerj. A Operação Quinto do Ouro prendeu cinco conselheiros do TCE-RJ e, de acordo com as investigações, os conselheiros do TCE receberiam 15% dos valores liberados do fundo de modernização do tribunal que foram usados pra pagar fornecedores de quentinhas pra presos e menores infratores.

"Fui procurado pelo ex-presidente Jonas, agora delator. Ele me informou que verbas do fundo do TCE poderiam ser utilizadas na compra de alimentação de detentos do sistema penitenciários e jovens presos no Degase. Aprovado pela Alerj, foi feito um entendimento entre o TCE e o Governo", comentou. "Na delação, ele admitiu ter cobrado 15% das empresas fornecedoras escolhidas. Ele também alegou que eu facilitei esse processo. Disse mais: afirmou que o coronel Erir, secretário de Administração Penitenciária, pedindo ajuda porque o secretário de Fazenda não pagava a comida e estava preocupado porque poderia haver uma rebelião. Não tenho nada a ver com isso", acrescentou, no plenário do Legislativo. 

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O parlamentar disse que sempre foi contrário à utilização dos fundos de outros poderes no auxílio ao governo estadual. Segundo ele, um desejo antigo do governado Luiz Fernando Pezão. "Em várias ocasiões, o governador sempre pleiteou a utilização dos fundos dos outros poderes. Nós sempre nos recusamos a ceder nosso fundo, que é uma economia nossa. Precisamos fazer a obra daqui do palácio e também concluir os trabalhos de reforma do Banerjão. Da mesma maneira esclareci à Polícia Federal que o Judiciário também era contrário à cessão do próprio fundo ao governo", disse Picciani.

 

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