PGR denuncia Witzel e mais 12 por esquema de propina
A Procuradoria-Geral da República (PGR) denunciou o governador afastado do Rio, Wilson Witzel (PSC), o presidente do PSC, Pastor Everaldo e mais 11 pessoas por participação em um esquema de propinas na área de saúde. O MPF requereu ao STJ a perda da função pública e indenização por danos morais no valor mínimo de R$ 106 milhões do grupo
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247 - A Procuradoria-Geral da República (PGR) denunciou nessa terça-feira (15) o governador afastado do Rio, Wilson Witzel (PSC), o presidente do PSC, Pastor Everaldo, o ex-secretário de saúde do estado Edmar Santos e outros dez empresários e advogados suspeitos de participação em esquema de propinas na Saúde fluminense.
Além da condenação dos denunciados, o MPF requereu ao STJ a perda da função pública, em especial, para Wilson Witzel, e indenização por danos morais no valor mínimo de R$ 106,7 milhões, o dobro do montante desviado e lavado pelos denunciados. A denúncia foi levada ao Superior Tribunal de Justiça na esteira da operação Kickback.
De acordo com a subprocuradora Lindôra Araújo, Witzel pediu e recebeu propinas de R$ 53 milhões em conluio com Edmar Santos e Edson da Silva Torres, apontado como operador financeiro de Pastor Everaldo.
Os repasses foram feitos pelo empresário José Mariano Soares de Moraes. O objetivo é garantir o pagamento de restos a pagar da Secretaria de Saúde à organização social Hospital e Maternidade Therezinha de Jesus.
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