PF traz ao Rio doleiros suspeitos de lavar dinheiro em esquema de Cabral

Presos no Uruguai, os doleiros Vinícius Claret, conhecido como Juca Bala, e Cláudio Fernando Barbosa, o Tony, foram citados na delação premiada dos irmãos Renato e Marcelo Chebar; ao MPF, os delatores afirmaram que, durante o tempo que o esquema era chefiado pelo ex-governador, eles acionaram Juca Bala, no Uruguai, para assumir a lavagem de dinheiro; segundo eles, Cabral escondia 100 milhões de dólares no exterior  

Presos no Uruguai, os doleiros Vinícius Claret, conhecido como Juca Bala, e Cláudio Fernando Barbosa, o Tony, foram citados na delação premiada dos irmãos Renato e Marcelo Chebar; ao MPF, os delatores afirmaram que, durante o tempo que o esquema era chefiado pelo ex-governador, eles acionaram Juca Bala, no Uruguai, para assumir a lavagem de dinheiro; segundo eles, Cabral escondia 100 milhões de dólares no exterior
 
Presos no Uruguai, os doleiros Vinícius Claret, conhecido como Juca Bala, e Cláudio Fernando Barbosa, o Tony, foram citados na delação premiada dos irmãos Renato e Marcelo Chebar; ao MPF, os delatores afirmaram que, durante o tempo que o esquema era chefiado pelo ex-governador, eles acionaram Juca Bala, no Uruguai, para assumir a lavagem de dinheiro; segundo eles, Cabral escondia 100 milhões de dólares no exterior   (Foto: Leonardo Lucena)


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Rio 247 - Os doleiros Vinícius Claret, conhecido como Juca Bala, e Cláudio Fernando Barbosa, o Tony, acusados de lavar dinheiro roubado pela quadrilha do ex-governador Sérgio Cabral, devem chegar ao Rio na tarde desta quinta-feira (28). Os estão presos no Uruguai. A extradição deles foi concedida pelo governo uruguaio na semana passada.

Ambos são acusados pela força-tarefa da Lava Jato no Rio de Janeiro de "lavar" grande parte da propina obtida através do esquema de corrupção que, de acordo com o Ministério Público Federal, era chefiado por Cabral.

Claret e Barbosa foram citados na delação premiada dos irmãos Renato e Marcelo Chebar. Ao MPF, os delatores afirmaram que, durante o tempo que o esquema era chefiado pelo ex-governador, eles acionaram Juca Bala, no Uruguai, para assumir a lavagem de dinheiro. Segundo eles, Cabral escondia 100 milhões de dólares no exterior.

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