PF tem ‘convicção’ de que houve vazamento na operação Furna de Onça

Ainda no primeiro inquérito feito pela corregedoria e arquivado, havia indícios de vazamento para outros alvos da operação do dia 8 de novembro e da investigação de uma maneira geral, diz o jornalista Guilherme Amado

Relator vota por anular quebra de sigilos de Flávio Bolsonaro.
Relator vota por anular quebra de sigilos de Flávio Bolsonaro. (Foto: Divulgação)


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247 - A Polícia Federal está investigando as revelações feitas pelo suplente de senador Paulo Marinho, de que a operação Furna da Onça foi vazada para o senador Flávio Bolsoanro durante as eleições de 2018 para favorecer Jair Bolsonaro. 

Segundo o colunista Guilherme Amado, da Época, a PF não sabe sequer se o vazamento da Furna de Onça foi de fato feito por um delegado da corporação, como diz Marinho.

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"Mas a polícia tem ‘convicção’ de que houve vazamento. Não foi só a demissão semanas antes da operação do então chefe de gabinete de Flávio, Fabrício Queiroz, que levou os policiais à conclusão. Ainda no primeiro inquérito feito pela corregedoria e arquivado, havia indícios de vazamento para outros alvos da operação do dia 8 de novembro e da investigação de uma maneira geral — a exemplo de Queiroz, que não foi alvo da operação, mas estava bastante implicado na investigação", diz o jornalista.

O empresário Paulo Marinho afirmou a interlocutores que, se for chamado a depor, apresentará provas à Polícia Federal de que Flávio Bolsonaro foi informado previamente por um delegado da própria PF que Fabrício Queiroz seria alvo de uma operação. A operação foi postergada para favorecer a candidatura de Jair Bolsonaro em 2018

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