PF pede arquivamento de inquérito de Cabral e Pezão na Lava Jato

A Polícia Federal pediu nesta quinta (10) o arquivamento do inquérito em que apurava as suspeitas de envolvimento do governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão (PMDB), e do seu antecessor, Sérgio Cabral (PMDB), no esquema de corrupção da Petrobras; a PF concluiu que não foram encontradas provas de crimes praticados pelos peemedebistas e pelo ex-chefe da Casa Civil fluminense Regis Fischer, que também estava sendo investigado

A Polícia Federal pediu nesta quinta (10) o arquivamento do inquérito em que apurava as suspeitas de envolvimento do governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão (PMDB), e do seu antecessor, Sérgio Cabral (PMDB), no esquema de corrupção da Petrobras; a PF concluiu que não foram encontradas provas de crimes praticados pelos peemedebistas e pelo ex-chefe da Casa Civil fluminense Regis Fischer, que também estava sendo investigado
A Polícia Federal pediu nesta quinta (10) o arquivamento do inquérito em que apurava as suspeitas de envolvimento do governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão (PMDB), e do seu antecessor, Sérgio Cabral (PMDB), no esquema de corrupção da Petrobras; a PF concluiu que não foram encontradas provas de crimes praticados pelos peemedebistas e pelo ex-chefe da Casa Civil fluminense Regis Fischer, que também estava sendo investigado (Foto: Valter Lima)


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247 - A Polícia Federal pediu nesta quinta-feira (10) o arquivamento do inquérito em que apurava as suspeitas de envolvimento do governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão (PMDB), e do seu antecessor, Sérgio Cabral (PMDB), no esquema de corrupção da Petrobras.

No relatório enviado ao Superior Tribunal de Justiça, a PF conclui que não foram encontradas provas de crimes praticados pelos peemedebistas e pelo ex-chefe da Casa Civil fluminense Regis Fischer, que também estava sendo investigado.

Relator do caso no STJ, o ministro Luis Felipe Salomão enviou a manifestação da PF à Procuradoria-geral da República (PGR) para que os procuradores se pronunciem.

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Em depoimento, o ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa disse que trabalhou para o "caixa dois" da campanha do ex-governador Sérgio Cabral ao governo do Rio, em 2010. Costa afirmou ter articulado uma doação de R$ 30 milhões para a chapa encabeçada por Cabral e que tinha Pezão como vice.

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