PF indicia Eike, Cabral e mais dez

A Polícia Federal indiciou o empresário Eike Batista, o ex-­governador do Rio Sérgio Cabral e mais dez pessoas por suspeita de "lavagem de dinheiro, corrupção ativa e corrupção passiva e organização criminosa"; Eike é suspeito de ter pago uma propina de US$ 16,5 milhões a Cabral, por meio da conta Golden Rock, no TAG Bank do Panamá; segundo a PF, o dinheiro foi transferido através de um contrato fraudulento de intermediação de venda de uma mina de ouro; os indiciamentos fazem parte da Operação Eficiência, um desdobramento da Operação Lava Jato

A Polícia Federal indiciou o empresário Eike Batista, o ex-­governador do Rio Sérgio Cabral e mais dez pessoas por suspeita de "lavagem de dinheiro, corrupção ativa e corrupção passiva e organização criminosa"; Eike é suspeito de ter pago uma propina de US$ 16,5 milhões a Cabral, por meio da conta Golden Rock, no TAG Bank do Panamá; segundo a PF, o dinheiro foi transferido através de um contrato fraudulento de intermediação de venda de uma mina de ouro; os indiciamentos fazem parte da Operação Eficiência, um desdobramento da Operação Lava Jato
A Polícia Federal indiciou o empresário Eike Batista, o ex-­governador do Rio Sérgio Cabral e mais dez pessoas por suspeita de "lavagem de dinheiro, corrupção ativa e corrupção passiva e organização criminosa"; Eike é suspeito de ter pago uma propina de US$ 16,5 milhões a Cabral, por meio da conta Golden Rock, no TAG Bank do Panamá; segundo a PF, o dinheiro foi transferido através de um contrato fraudulento de intermediação de venda de uma mina de ouro; os indiciamentos fazem parte da Operação Eficiência, um desdobramento da Operação Lava Jato (Foto: Leonardo Lucena)


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Rio 247 - A Polícia Federal indiciou o empresário Eike Batista, o ex-­governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral e mais dez pessoas por suspeita de "lavagem de dinheiro, corrupção ativa e corrupção passiva e organização criminosa". Os indiciamentos fazem parte da Operação Eficiência, deflagrada no mês passado - trata-se de um desdobramento da Operação Lava Jato. O relatório será enviado à Justiça Federal. 

Eike é suspeito de ter pago uma propina de US$ 16,5 milhões a Cabral, por meio da conta Golden Rock, no TAG Bank do Panamá. Os recursos foram transferidos por meio de um contrato considerado fraudulento de intermediação de venda de uma mina de ouro.

O ex-bilionário foi levado nesta quarta­feira (8) à sede da PF para prestar novo depoimento. A polícia pediu à Justiça Federal a nova oitiva para esclarecer contradições entre as declarações dos investigados.

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Também compareceram à sede da PF o advogado Flávio Godinho, braço direito de Eike, o ex­subsecretário Francisco de Assis Neto, o ex­secretário Hudson Braga, o doleiro Álvaro Novis, e os ex­assessores do ex-governador Carlos Emanuel Miranda e Ary Ferreira da Costa Filho. Todos estão presos.

Não foram informados os nomes nem os crimes atribuídos aos investigados. 

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