PF faz operação contra fraude no SUS no Rio

A Polícia Federal (PF) cumpriu mandados de prisão e de busca e apreensão contra um grupo acusado de fraudar o Sistema Único de Saúde (SUS) no município de São Gonçalo, no Grande Rio; segundo a PF, três clínicas privadas conveniadas ao SUS são acusadas de falsificar comprovantes de atendimento pelo sistema público de saúde em procedimentos de baixa complexidade; acredita-se que o grupo tenha lesado o SUS em R$ 7,5 milhões

A Polícia Federal (PF) cumpriu mandados de prisão e de busca e apreensão contra um grupo acusado de fraudar o Sistema Único de Saúde (SUS) no município de São Gonçalo, no Grande Rio; segundo a PF, três clínicas privadas conveniadas ao SUS são acusadas de falsificar comprovantes de atendimento pelo sistema público de saúde em procedimentos de baixa complexidade; acredita-se que o grupo tenha lesado o SUS em R$ 7,5 milhões
A Polícia Federal (PF) cumpriu mandados de prisão e de busca e apreensão contra um grupo acusado de fraudar o Sistema Único de Saúde (SUS) no município de São Gonçalo, no Grande Rio; segundo a PF, três clínicas privadas conveniadas ao SUS são acusadas de falsificar comprovantes de atendimento pelo sistema público de saúde em procedimentos de baixa complexidade; acredita-se que o grupo tenha lesado o SUS em R$ 7,5 milhões (Foto: Leonardo Lucena)


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Vitor Abdala - Repórter da Agência Brasil

A Polícia Federal (PF) cumpriu nesta quinta-feira (16) mandados de prisão e de busca e apreensão contra um grupo acusado de fraudar o Sistema Único de Saúde (SUS) no município de São Gonçalo, no Grande Rio. Segundo a PF, três clínicas privadas conveniadas ao SUS são acusadas de falsificar comprovantes de atendimento pelo sistema público de saúde em procedimentos de baixa complexidade.

Acredita-se que o grupo tenha lesado o SUS em R$ 7,5 milhões. De acordo com a PF, os donos dessas clínicas contavam com a proteção de um vereador local, que recebia propina para evitar que esses locais fossem fiscalizados pelos órgãos municipais competentes. Apenas o político pode ter recebido R$ 2 milhões em propinas.

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Segundo a PF, os proprietários das clínicas usavam "laranjas" (outras pessoas) em seus quadros societários para dificultar a vinculação desses empresários à fraude. A Justiça expediu 11 mandados de busca e apreensão e um de prisão preventiva. Os empresários e o vereador serão indiciados por estelionato, corrupção e associação criminosa.

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