PF e PGR marcam depoimento de Witzel e da primeira-dama Helena na sede do MPF no Rio
Helena Witzel, advogada e esposa de Wilson Witzel, é investigada por ter recebido honorários de empresários que supostamente desviaram verbas da saúde durante a pandemia da Covid-19. Helena é alvo de várias acusações da Operação Placebo, que apura fraudes relacionadas a contratos emergenciais para o combate à crise do coronavírus no Rio
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247 - Os depoimentos de Wilson Witzel (PSC) e Helena Witzel, esposa do político, devem ser tomados por representantes da Procuradoria-Geral da República (PGR) e da Polícia Federal (PF) sobre suposto esquema de superfaturamento de compras de insumos para o combate à pandemia do novo coronavírus no estado do Rio de Janeiro, ainda nesta sexta-feira (3). A informação é do jornal O Globo.
A advogada Helena Witzel se valerá do direito constitucional de ficar calada caso não tenha acesso prévio ao resultado da busca e apreensão feita há um mês em seus endereços, segundo a defesa.
A advogada é investigada por ter recebido honorários de empresários que teriam desviado verbas da saúde durante a pandemia da Covid-19. O depoimento será conduzido por delegados do Serviço de Inquéritos da PF e por procuradores da República da força-tarefa da Lava Jato, designados pela PGR. O evento deve acontecer na sede do Ministério Público Federal (MPF) no Rio, acrescenta a reportagem.
A primeira-dama do Rio de Janeiro, Helena Witzel, é alvo de várias acusações da Operação Placebo, desencadeada no dia 26 de maio para apurar fraudes relacionadas a contratos emergenciais para o combate à pandemia no estado.
Reportagem do Globo aponta que um dos elementos que levaram à operação foi o fato de, durante as investigações, agentes terem descoberto que o escritório de advocacia da primeira-dama do estado, Helena Witzel, recebeu, a partir do ano passado, R$ 15 mil mensais da DPAD Serviços Diagnósticos, que tem como sócios Alessandro Duarte e Juan de Paula. Eles são ligados ao empresário Mário Peixoto, preso no mês de maio sob a acusação de comandar um esquema que superfatura vendas e serviços para a Secretaria de Saúde e que teria começado ainda no governo de Sérgio Cabral, preso após ter um esquema de corrupção descobertos.
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