Pezão: "vou apoiar Dilma até onde o PT deixar"

O governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão (PMDB), afirmou que seu palanque está aberto para cinco presidenciáveis, mas que apoiará a presidente Dilma (PT), candidata à reeleição; "Vou apoiar Dilma até onde o PT quiser, até onde o PT deixar", disse; sobre o movimento "Aezão" no Rio, lançado por dissidentes do PMDB-RJ em favor do voto combinado em Pezão e no presidenciável pelo PSDB, Aécio Neves (MG), foi taxativo: "Em nenhum momento falei que apoiaria Aécio Neves"

O governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão (PMDB), afirmou que seu palanque está aberto para cinco presidenciáveis, mas que apoiará a presidente Dilma (PT), candidata à reeleição; "Vou apoiar Dilma até onde o PT quiser, até onde o PT deixar", disse; sobre o movimento "Aezão" no Rio, lançado por dissidentes do PMDB-RJ em favor do voto combinado em Pezão e no presidenciável pelo PSDB, Aécio Neves (MG), foi taxativo: "Em nenhum momento falei que apoiaria Aécio Neves"
O governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão (PMDB), afirmou que seu palanque está aberto para cinco presidenciáveis, mas que apoiará a presidente Dilma (PT), candidata à reeleição; "Vou apoiar Dilma até onde o PT quiser, até onde o PT deixar", disse; sobre o movimento "Aezão" no Rio, lançado por dissidentes do PMDB-RJ em favor do voto combinado em Pezão e no presidenciável pelo PSDB, Aécio Neves (MG), foi taxativo: "Em nenhum momento falei que apoiaria Aécio Neves" (Foto: Leonardo Lucena)


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Rio 247 – O governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão (PMDB), esclareceu, nesta sexta-feira (8), que seu palanque está aberto para cinco presidenciáveis, mas que apoiará a presidente Dilma Rousseff (PT), candidata à reeleição. "Vou apoiar Dilma até onde o PT quiser, até onde o PT deixar", disse Pezão

Durante sabatina promovida em parceria entre a Folha, o UOL (ambos do Grupo Folha) e o SBT, Pezão reforçou que integra uma coligação com partidos que apoiam Dilma, Aécio e outras três presidenciáveis: Pastor Everaldo (PSC), Levy Fidelix (PRTB) e José Maria Eymael (PSDC).

Apesar de o PMDB nacional apoiar a chefe do Executivo federal, dissidentes da legenda peemedebista no Rio lançaram o movimento "Aezão", no início de junho, uma campanha pelo voto combinado em Pezão e no presidenciável pelo PSDB, Aécio Neves (MG). "Em nenhum momento falei que apoiaria Aécio Neves. Na questão nacional, sempre falei que estaria com a presidenta Dilma", reiterou o governador do Rio.

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O peemedebista afirmou que, se for eleito, dará continuidade ao projeto das Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs). "Não vamos retroceder um milímetro da política de ocupação (de territórios). Vamos continuar a investir fortemente na política de UPPs", disse o chefe do Executivo fluminense.

De acordo com Pezão, o foco das novas UPPs serão a Zona Oeste da cidade do Rio, Niterói, São Gonçalo e Baixada Fluminense. "(As UPPs são o) segredo para termos atraído o desenvolvimento econômico para o Estado", acrescentou.

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