Pezão se diz triste por pai não ver arquivamento de inquérito
Governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão (PMDB), disse estar "agradecido" pelo pedido de arquivamento do inquérito contra ele no âmbito da Operação Lava Jato, mas também se declarou "triste" pelo fato do pai, já falecido, não ter podido acompanhar o final da denúncia; "É um processo doído, só quem sofre sabe o que passa. Fico mais triste por ter perdido meu pai e ele não ter visto esta reparação", comentou; Pezão, juntamente com o ex-governador Sérgio Cabral e do ex-chefe da Casa Civil do Estado, Regis Fichtner, foram citados como beneficiários de terem recebido R$ 30 milhões em caixa 2 na campanha eleitoral de 2010; dinheiro seria originário de desvios e corrupção em contratos da petrobras
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247 - O governador do Rio de Janeiro (Luiz Fernando Pezão (PMDB), disse ter reagido com tranquilidade ao pedido de arquivamento do inquérito onde era citado nas investigações da operação Lava Jato. O governador disse estar "agradecido" pelo pedido mas também se disse "triste" pelo fato do pai, já falecido, não ter podido acompanhar o final da denúncia. Pezão, juntamente com o ex-governador Sérgio Cabral e do ex-chefe da Casa Civil do Estado, Regis Fichtner, foram citados em depoimentos de delação premiada como beneficiários de terem recebido R$ 30 milhões em caixa 2 na campanha eleitoral de 2010. Arquivamento, porém ainda depende de aval do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Ministério Público Federal (MPF)
"É um processo doído, só quem sofre sabe o que passa. Fico mais triste por ter perdido meu pai e ele não ter visto esta reparação", comentou Pezão. "Desde quando falaram que estávamos nessa operação eu falei que era uma denúncia eleitoral. O senhor Paulo Roberto Costa era tesoureiro da campanha de Lindbergh Farias. A denúncia foi explorada em agosto de 2014 por jornalistas aproveitadores, uma imprensa marrom, que divulgou que estávamos nessa operação no processo eleitoral. A Justiça aparece", destacou.
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