Pezão pede a Cardozo isolamento de traficantes

O governador do Rio, pelo PMDB, Luiz Fernando Pezão, informou que pediu ao ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, a transferência de pelo menos seis detentos para um presídio federal de segurança máxima; de acordo com o governador, o objetivo é diminuir a onda de ataques às unidades de Polícia Pacificadora, e dificultar o contato entre traficantes

O governador do Rio, pelo PMDB, Luiz Fernando Pezão, informou que pediu ao ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, a transferência de pelo menos seis detentos para um presídio federal de segurança máxima; de acordo com o governador, o objetivo é diminuir a onda de ataques às unidades de Polícia Pacificadora, e dificultar o contato entre traficantes
O governador do Rio, pelo PMDB, Luiz Fernando Pezão, informou que pediu ao ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, a transferência de pelo menos seis detentos para um presídio federal de segurança máxima; de acordo com o governador, o objetivo é diminuir a onda de ataques às unidades de Polícia Pacificadora, e dificultar o contato entre traficantes (Foto: Leonardo Lucena)


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Agência Brasil - O governador do Rio, Luiz Fernando Pezão, informou na manhã de hoje (30) que pediu ao ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, a transferência de pelo menos seis detentos para um presídio federal de segurança máxima. De acordo com o governador, o objetivo é diminuir a onda de ataques às unidades de Polícia Pacificadora, e dificultar o contato entre traficantes.

"Tem uma lista que eu mandei ao ministro José Eduardo Cardozo ontem a noite [29]. Tem um trâmite dentro da Justiça. A doutora Leila Mariano [presidente do Tribunal de Justiça do Rio] autorizou [a transferência] de um. Hoje pedirei de mais dois [detentos]. Espero que a lista seja toda deferida, para que possamos tirar os marginais daqui", disse.

O prefeito do Rio, Eduardo Paes, disse acreditar que traficantes estejam se infiltrando nas manifestações contra o governo e promovendo atos de vandalismo, como na ocasião do ataque à Unidade de Pronto-Atendimento do Complexo do Alemão, na última segunda-feira (28). Mais uma vez a gente teve um afrontamento travestido de movimento popular. O que se enfrenta na cidade é [a ação de] um grupo de delinquentes que não está satisfeito com as políticas de segurança", concluiu.

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