Pezão nega que isenções fiscais tenham acarretado crise no Rio
O governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, afirmou que vai continuar concedendo benefícios fiscais enquanto estiver no cargo; ele disse não ter intenção de cortar salários e que não sabe se o décimo terceiro sairá; "Não foi pela isenção que foi dada às empresas que aconteceu a crise do Estado. Se o Estado tem erros nossos, vamos corrigir os nossos erros. Não é pela atração de empresas de investimentos", assegurou, durante seminário sobre infraestrutura na Firjan
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Rio 247 - O governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, afirmou, nesta sexta-feira (28), que vai continuar concedendo benefícios fiscais enquanto estiver no cargo. O chefe do executivo estadual disse não ter intenção de cortar salários e que não sabe se o décimo terceiro sairá. Na última quarta-feira, uma decisão da Justiça do Rio proibiu o estado de conceder novas isenções.
"Não foi pela isenção que foi dada às empresas que aconteceu a crise do Estado. Se o Estado tem erros nossos, vamos corrigir os nossos erros. Não é pela atração de empresas de investimentos. Olha como ficou o distrito industrial de Queimados, que não tinha uma indústria lá. Olha o distrito industrial de Três Rios, olha o polo automotivo com as suas empresas hoje no Sul do Estado. Está havendo uma série de medidas, até de reavaliação e ver o que foi dado errado de incentivo para nós corrigirmos", garantiu ele seminário sobre infraestrutura na Firjan.
Segundo Pezão, não é a intenção do governo cortar salários. "A redução de salário está sendo questionada ainda no STF, que existe uma ação. A Lei de Responsabilidade Fiscal coloca que você pode reduzir, mas existe esse questionamento dentro do STF. A nossa proposta é de tentar equilibrar atuarialmente na Previdência", disse.
Sobre a garantia do pagamento do 13° salário, Pezão destacou que ainda não está garantido que o pagamento será feito. "Estou garantindo ainda, correndo atrás para pagar o mês de outubro", complementou.
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