Pezão ficou 'preocupado em andar com tanto dinheiro' e pediu propina parcelada, diz delator

Apontado como operador do ex-governador Sérgio Cabral (MDB) em uma organização criminosa, Sérgio de Castro Oliveira afirma que as entregas foram feitas de 2008 até 2013. No início, eram R$ 50 mil, diz. O valor teria aumentado depois que Pezão, então secretário de Obras, passou à pasta de Infraestrutura

(Foto: Valter Campanato/Agência Brasil)


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247 - Apontado como operador do ex-governador Sérgio Cabral (MDB) em uma organização criminosa, Sérgio de Castro Oliveira detalhou como eram feitos os supostos pagamentos de propina ao também ex-chefe do executivo fluminense Luiz Fernando Pezão (MDB). As acusações estão em um dos documentos da colaboração premiada feita ao Ministério Público Federal e homologada feita pela Justiça Federal.

De acordo com o delator, as entregas foram feitas de 2008 até 2013. No início, eram R$ 50 mil, diz. O valor teria aumentado depois que Pezão, então secretário de Obras, passou à pasta de Infraestrutura. 

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"Neste período (2011), o valor passou a ser R$ 100 mil por mês. No terceiro ou quarto mês em que recebeu R$ 100 mil, o Pezão falou que estava preocupado em andar com tanto dinheiro na sua pasta", afirma. O relato foi publicado pelo G1.

Posteriormente, relata o delator, metade do valor teria sido entregue ao dono de uma empresa com a qual Pezão tinha contatos. 

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O ex-governador nega as acusações. 

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