Pezão: "esse governo não acordo com bandido"

O governador do Rio e candidato à reeleição, Luiz Fernando Pezão (PMDB), disse que não iria "bater boca com candidato nenhum", após o senador Lindberg Farias (PT), outro concorrente ao Executivo fluminense, dizer que milícias dominam áreas no estado onde só entram candidatos peemedebistas; segundo o gestor, o governo Sérgio Cabral, de quem foi vice,"mudou a segurança pública do estado. "Esse governo não tem acordo nem conversa com bandido e miliciano", declarou o chefe do Executivo fluminense  

Rio de Janeiro, 09-05-2014. Governador Luiz Fernando Pezão na formatura do curso de formaçao de soldados da 5ª turma de 2013.

Foto: Carlos Magno
Rio de Janeiro, 09-05-2014. Governador Luiz Fernando Pezão na formatura do curso de formaçao de soldados da 5ª turma de 2013. Foto: Carlos Magno (Foto: Leonardo Lucena)


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Rio 247 - O governador do Rio de Janeiro e candidato à reeleição, Luiz Fernando Pezão (PMDB), disse que não iria "bater boca com candidato nenhum", após o senador Lindberg Farias (PT), outro concorrente ao Executivo fluminense, dizer, na manhã desta sexta-feira (15), que milícias dominam áreas no estado onde só candidatos peemedebistas podem entrar.

Em campanha na Biblioteca Parque Estadual, no Centro da cidade do Rio, Pezão afirmou que o governo do PMDB, com ele na vice de Sérgio Cabral, "mudou a segurança pública do estado. "Esse governo não tem acordo nem conversa com bandido e miliciano", disse.

De acordo com o chefe do Executivo fluminense, o governo Cabral "foi o que mais prendeu milicianos e traficantes". "Tivemos 652 milicianos presos, dois dos maiores milicianos presos e transferidos para fora do Estado e cerca de 1600 policiais envolvidos com milícias presos. Não vamos comprometer os cerca de 49 mil policiais militares que foram fundamentais para a aplicação das UPPs na história do Rio", afirmou Pezão.

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Sobre o cenário presidenciável com a morte do ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos (PSB), em decorrência de um acidente aéreo, Santos (SP), na quarta-feira (13), Pezão disse apenas que a vice do ex-pessebista "é uma candidata muito forte no Rio". O gestor evitou fazer mais comentários.

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