Pezão enfrenta Cunha em apoio ao aumento de impostos

Governador do Rio de Janeiro, Luiz Pezão (PMDB) defendeu a CPMF e o reajuste da Cide e rebateu Eduardo Cunha (PMDB), que garantiu que não vai colocar nenhum deles para votar; ele criticou o fim do fator previdenciário e protestou contra a pauta- bomba: “Saí do Rio hoje com os três poderes — Executivo, Legislativo e MP — na minha porta. Todos querem um aumento igual ao do STF”

Governador do Rio de Janeiro, Luiz Pezão (PMDB) defendeu a CPMF e o reajuste da Cide e rebateu Eduardo Cunha (PMDB), que garantiu que não vai colocar nenhum deles para votar; ele criticou o fim do fator previdenciário e protestou contra a pauta- bomba: “Saí do Rio hoje com os três poderes — Executivo, Legislativo e MP — na minha porta. Todos querem um aumento igual ao do STF”
Governador do Rio de Janeiro, Luiz Pezão (PMDB) defendeu a CPMF e o reajuste da Cide e rebateu Eduardo Cunha (PMDB), que garantiu que não vai colocar nenhum deles para votar; ele criticou o fim do fator previdenciário e protestou contra a pauta- bomba: “Saí do Rio hoje com os três poderes — Executivo, Legislativo e MP — na minha porta. Todos querem um aumento igual ao do STF” (Foto: Roberta Namour)


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247 – No encontro do vice Michel Temer com governadores do PMDB, Luiz Pezão, do Rio, bateu de frente com o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB).

Segundo o colunista Ilimar Franco, ele defendeu a CPMF e o reajuste da Cide e rebateu Eduardo Cunha (PMDB), que garantiu que não vai colocar nenhum deles para votar: “É mais fácil o sargento Garcia prender o Zorro do que aprovar a CPMF”.

Pezão criticou o fim do fator previdenciário e protestou contra a pauta- bomba: “Saí do Rio hoje com os três poderes — Executivo, Legislativo e MP — na minha porta. Todos querem um aumento igual ao do STF”.

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Ivo Sartori também desabafou: “Não tenho como tirar leite de vaca morta. 60% da receita é para pagar inativos. O RS é símbolo do corporativismo”.

Alegando benefícios para o setor sucroalcooleiro, a ministra Kátia Abreu defendeu o reajuste da Cide.

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Paulo Hartung (ES) disse que teria cuidado com as palavras ao defender a volta das concessões na exploração do petróleo.

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