Pezão é chamado de 'covarde' em ato contra morte de jovens

Governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão (PMDB) foi chamado de "covarde" durante manifestação organizada por parentes e amigos dos cinco jovens entre 16 e 25 anos fuzilados por policiais militares há uma semana, em Costa Barros, na zona norte do Rio; Associação de Moradores do Morro da Lagartixa, onde moravam os rapazes assassinados, cobra o apoio do governo às famílias das vítimas; "O governador (Luiz Fernando) Pezão até agora não deu nem apoio psicológico às famílias. A comunidade está cansada de tanta morte sem querer, dos policiais atirarem sem perguntar", afirmou o vice-presidente da associação, Aluizio Brandão

Governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão (PMDB) foi chamado de "covarde" durante manifestação organizada por parentes e amigos dos cinco jovens entre 16 e 25 anos fuzilados por policiais militares há uma semana, em Costa Barros, na zona norte do Rio; Associação de Moradores do Morro da Lagartixa, onde moravam os rapazes assassinados, cobra o apoio do governo às famílias das vítimas; "O governador (Luiz Fernando) Pezão até agora não deu nem apoio psicológico às famílias. A comunidade está cansada de tanta morte sem querer, dos policiais atirarem sem perguntar", afirmou o vice-presidente da associação, Aluizio Brandão
Governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão (PMDB) foi chamado de "covarde" durante manifestação organizada por parentes e amigos dos cinco jovens entre 16 e 25 anos fuzilados por policiais militares há uma semana, em Costa Barros, na zona norte do Rio; Associação de Moradores do Morro da Lagartixa, onde moravam os rapazes assassinados, cobra o apoio do governo às famílias das vítimas; "O governador (Luiz Fernando) Pezão até agora não deu nem apoio psicológico às famílias. A comunidade está cansada de tanta morte sem querer, dos policiais atirarem sem perguntar", afirmou o vice-presidente da associação, Aluizio Brandão (Foto: Aquiles Lins)


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Rio 247 - O governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão (PMDB) foi chamado de "covarde" durante manifestação organizada por parentes e amigos dos cinco jovens entre 16 e 25 anos fuzilados por policiais militares há uma semana, em Costa Barros, na zona norte do Rio.

O ato de paz organizado pela Associação de Moradores do Morro da Lagartixa, onde moravam os rapazes assassinados, fez uma carreata até o local do crime. A entidade cobra o apoio do governo do Estado do Rio às famílias das vítimas. Segundo o vice-presidente da associação, Aluizio Brandão.

"O governador (Luiz Fernando) Pezão até agora não deu nem apoio psicológico às famílias. A comunidade está cansada de tanta morte sem querer, dos policiais atirarem sem perguntar", afirmou Brandão.

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Fundador da ONG Rio de Paz, Antonio Carlos Costa, que também participou do protesto, cobrou que o Estado indenize as famílias e também a reforma da Polícia Militar. "É uma polícia que mata muito e morre muito. Vítima e algoz ao mesmo tempo. Estão enviando rapazes recém saídos da Academia para que, com uma pistola na mão, deem conta de um cenário de exclusão", criticou Costa.

A manifestação começou no Parque Madureira, área de lazer carioca, onde os amigos tinham ido fazer um passeio no dia do crime. Na volta, o Palio onde estavam foi atingido por 63 tiros. Pelo menos 111 foram disparados. Os jovens Wilton Júnior, de 20 anos, Wesley Rodrigues, de 25, Cleiton Corrêa de Souza, de 18, Carlos Eduardo da Silva de Souza, de 16, e Roberto de Souza Penha, de 16 anos foram executados na Estrada João Paulo. A PM do Rio classificou o caso como "hediondo".

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