Pezão diz que respeita decisão de quebra de sigilo

"Eu já havia me colocado à disposição da Justiça, e assim permaneço. E reafirmo que a acusação é falsa e essa conversa nunca existiu. Meus sigilos telefônico e bancário estão à disposição. Minha declaração de bens é pública e também está disponível", afirmou o governador do Rio, após a decisão do STJ contra ele, o ex-governador Sérgio Cabral e o ex-secretário Regis Fichtner

"Eu já havia me colocado à disposição da Justiça, e assim permaneço. E reafirmo que a acusação é falsa e essa conversa nunca existiu. Meus sigilos telefônico e bancário estão à disposição. Minha declaração de bens é pública e também está disponível", afirmou o governador do Rio, após a decisão do STJ contra ele, o ex-governador Sérgio Cabral e o ex-secretário Regis Fichtner
"Eu já havia me colocado à disposição da Justiça, e assim permaneço. E reafirmo que a acusação é falsa e essa conversa nunca existiu. Meus sigilos telefônico e bancário estão à disposição. Minha declaração de bens é pública e também está disponível", afirmou o governador do Rio, após a decisão do STJ contra ele, o ex-governador Sérgio Cabral e o ex-secretário Regis Fichtner (Foto: Gisele Federicce)


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Cristina Indio do Brasil – Repórter da Agência Brasil

O governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, disse, em nota, que respeita a decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que determinou, nesta quarta-feira (3), a quebra de sigilo telefônico dele, do ex-governador Sérgio Cabral e do ex-chefe da Casa Civil, Regis Fichtner.

Pezão, mais uma vez não concordou com declarações do ex-diretor de Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa, feitas em depoimento de delação premiada, indicando que tinha entregue cerca de R$ 30 milhões ao caixa de campanha eleitoral de Sérgio Cabral, em 2010.

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Segundo Paulo Roberto Costa, a origem do dinheiro era propina em contratos para obras do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj). Para o governador, a investigação vai comprovar que a acusação é falsa.

"Eu já havia me colocado à disposição da Justiça, e assim permaneço. E reafirmo que a acusação é falsa e essa conversa nunca existiu. Meus sigilos telefônico e bancário estão à disposição. Minha declaração de bens é pública e também está disponível – informou o governador, após a decisão do Tribunal.

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