Pezão diz que precisa de ajuda federal para segurança
Depois de cinco mortes em seis dias no Complexo do Alemão, o governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, voltou a admitir que precisa da ajuda do governo federal; de acordo com o chefe do executivo estadual, o estado tem quatro mil policiais militares formados, mas não podem começar o serviço por falta de dinheiro; “Eu preciso ter mais recursos. Eu tenho quatro mil policiais pra serem admitidos, mas, infelizmente hoje não posso admiti-los, não tem recursos”, disse Pezão
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Rio 247 - Depois de cinco mortes em seis dias no Complexo do Alemão, o governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, voltou a admitir que precisa da ajuda do governo federal. De acordo com o chefe do executivo estadual, o estado tem quatro mil policiais militares formados, mas não podem começar o serviço por falta de dinheiro.
“Eu preciso ter mais recursos. Eu tenho quatro mil policiais pra serem admitidos, mas, infelizmente hoje não posso admiti-los, não tem recursos”, disse Pezão à CBN.
Também preocupa o número de morte de policiais no estado, que já chega a 59. “É importante a gente não achar normal que perdemos, em quatro meses, mais de 50 policiais. Eu tenho pedido permanentemente ao coronel Roberto Sá, ao coronel Wolney, que nenhuma vida vale a pena o confronto. A gente também não pode achar normal que o policial entre lá e tenha que ficar dentro de uma cabine blindada porque toda hora é alvo de tiros. Ali [no Alemão] sempre foi uma área difícil pra gente”, acrescentou.
O governador informou que teve um encontro com Michel Temer para manter a ajuda da Polícia Rodoviária Federal na fiscalização da entrada de fuzis e outros armamentos pelas rodovias federais. “O fuzil virou arma banal na Região Metropolitana do Rio na cidade do Rio. A gente precisa ter policiamento reforçado nas nossas fronteiras. A Polícia Rodoviária Federal tem se desdobrado. Tenho pedido ajuda sistematicamente, de 15 em 15 dias, tanto ao ministro Jungmann, ao presidente Michel Temer para fiscalizar as nossas fronteiras”, afirmou.
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