Pezão diz que medidas no Rio são para evitar demissões

Governador Luiz Fernando Pezão e equipe econômica apresentaram nesta sexta-feira o pacote de medidas para equalizar as contas do Estado e tirar o Rio de Janeiro da situação caótica; entre as principais medidas estão o corte de gratificações e a redução no número de secretarias de 20 para 12, além do aumento de impostos e taxação do servidor em 30%; "São medidas que estamos tomando para não demitir funcionários", justificou o governador

28/10/2016 - Governador Luiz Fernando Pezão participa do Seminário Infraestrutura Fluminense – desafios e oportunidades na sede da Firjan. Foto Marcelo Horn
28/10/2016 - Governador Luiz Fernando Pezão participa do Seminário Infraestrutura Fluminense – desafios e oportunidades na sede da Firjan. Foto Marcelo Horn (Foto: José Barbacena)


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Rio 247 - O governador do Rio, Luiz Fernando Pezão, anunciou, na manhã desta sexta-feira, medidas para equalizar as contas do Estado e evitar um rombo ainda maior em 2017. Entre as principais medidas anunciadas pelo governador e sua equipe estão o corte de gratificações e a redução no número de secretarias de 20 para 12. 

Pezão e os secretários reconheceram que o pacote de austeridade é amargo, mas é necessário porque a situação é de emergência. "São medidas que estamos tomando para não demitir funcionários", disse o governador. 

O bilhete único também será reajustado: de R$ 6,50 para R$ 7,50 (15%). Na Previdência, sobe a alíquota previdenciária dos servidores de 11% para 14%. Os salário do governador, vice, secretários e presidentes e vices de autarquias serão cortados em 30%.

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A folha de pagamentos do poder estadual também passará por ajustes que interferem no bolso dos servidores do estado do RJ. Para reduzir o impacto dos pagamentos na folha, a principal medida propõe que os aumentos previstos os servidores das áreas de segurança, bombeiros e auditores fiscais na folha de pagamento sejam adiados por três anos.

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