Pezão descarta ‘Aezão’ por fidelidade do PMDB a Dilma

"Eu tenho a minha posição. A convenção nacional do PMDB aprovou Michel Temer e Dilma, tenho que obedecer a direção nacional. Isso foi conversado com os três partidos (PSDB, DEM e PPS). Respeito a minha coligação", disse o candidato peemedebista à reeleição no governo do Rio, Luiz Fernando Pezão; ele descartou cumprir agenda promovida pelo movimento “Aezão”, criado por dissidentes do PMDB-RJ que defendem palanque com o presidenciável tucano Aécio Neves (MG)

"Eu tenho a minha posição. A convenção nacional do PMDB aprovou Michel Temer e Dilma, tenho que obedecer a direção nacional. Isso foi conversado com os três partidos (PSDB, DEM e PPS). Respeito a minha coligação", disse o candidato peemedebista à reeleição no governo do Rio, Luiz Fernando Pezão; ele descartou cumprir agenda promovida pelo movimento “Aezão”, criado por dissidentes do PMDB-RJ que defendem palanque com o presidenciável tucano Aécio Neves (MG)
"Eu tenho a minha posição. A convenção nacional do PMDB aprovou Michel Temer e Dilma, tenho que obedecer a direção nacional. Isso foi conversado com os três partidos (PSDB, DEM e PPS). Respeito a minha coligação", disse o candidato peemedebista à reeleição no governo do Rio, Luiz Fernando Pezão; ele descartou cumprir agenda promovida pelo movimento “Aezão”, criado por dissidentes do PMDB-RJ que defendem palanque com o presidenciável tucano Aécio Neves (MG) (Foto: Roberta Namour)


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247 – O candidato peemedebista à reeleição no governo do Rio, Luiz Fernando Pezão, declarou que não cumprirá agenda promovida pelo movimento “Aezão”, criado por dissidentes do PMDB-RJ que defendem palanque com o presidenciável tucano Aécio Neves (MG). 

Embora não pedirá votos ao PT, ele garante fidelidade ao projeto do PMDB pela reeleição da presidente Dilma Rousseff. 

“Eu tenho a minha posição. A convenção nacional do PMDB aprovou Michel Temer e Dilma, tenho que obedecer a direção nacional. Isso foi conversado com os três partidos (PSDB, DEM e PPS). Respeito a minha coligação. Não é só a presidente Dilma, tem o Pastor Everaldo (candidato a presidente pelo PSC) também”, acrescentou para justificar porque não tem pedido votos para Dilma. 

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Declaração foi feita na noite de ontem, em evento com candidatos a deputados estadual e federal do PSDB, DEM e PPS.

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