Pezão defende diálogo com o governo contra crise

Governador do Rio de Janeiro, Luiz Pezão (PMDB) disse que a impopularidade não afeta apenas a presidente Dilma, mas todos os governadores e que o maior desafio é conter o desemprego; ele critica indiretamente o presidente da Câmara, Eduardo Cunha: "Crise para mim é horroroso. Procuro sentar na mesa, conversar com todos. Entendo que isso é da política, mas não gosto do autoritarismo, de pessoa autoritária”

Governador do Rio de Janeiro, Luiz Pezão (PMDB) disse que a impopularidade não afeta apenas a presidente Dilma, mas todos os governadores e que o maior desafio é conter o desemprego; ele critica indiretamente o presidente da Câmara, Eduardo Cunha: "Crise para mim é horroroso. Procuro sentar na mesa, conversar com todos. Entendo que isso é da política, mas não gosto do autoritarismo, de pessoa autoritária”
Governador do Rio de Janeiro, Luiz Pezão (PMDB) disse que a impopularidade não afeta apenas a presidente Dilma, mas todos os governadores e que o maior desafio é conter o desemprego; ele critica indiretamente o presidente da Câmara, Eduardo Cunha: "Crise para mim é horroroso. Procuro sentar na mesa, conversar com todos. Entendo que isso é da política, mas não gosto do autoritarismo, de pessoa autoritária” (Foto: Roberta Namour)


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247 – O governador do Rio de Janeiro, Luiz Pezão (PMDB) chamou a oposição à responsabilidade da crise econômica. Ele disse que a impopularidade não afeta apenas a presidente, mas todos os governadores e que o maior desafio é conter o desemprego.

Em entrevista ao Valor, ele critica indiretamente o presidente da Câmara, Eduardo Cunha: "Crise para mim é horroroso. Procuro sentar na mesa, conversar com todos. Entendo que isso é da política, mas não gosto do autoritarismo, de pessoa autoritária”.

Pezão contou que a presidente Dilma Rousseff quer reunir governadores para tratar da crise: “Levamos uma série de iniciativas. Agora temos que ver com a presidente e com o Joaquim [Levy] o que pode sair de lá. Estou esperançoso de termos uma porta de saída. Os Estados são os melhores indutores para voltar a fazer a economia crescer” (leia mais).

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