Pezão: crise da Petrobras atingiu o coração do Rio

"Ainda não caiu a ficha nas pessoas de que o petróleo sumiu", afirma o governador do Rio de Janeiro, Luiz Pezão (PMDB); com um déficit esperado para 2016 de R$ 16 bilhões, como no ano passado, ele cobra solidariedade da presidente Dilma Rousseff, do ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, do STF, da Petrobras e da Assembleia Legislativa do Rio: "O Rio tem que ter tratamento especial. Parou tudo. A Petrobras, pra gente, tem importância vital. Essa parada que deu vai no coração da gente”

"Ainda não caiu a ficha nas pessoas de que o petróleo sumiu", afirma o governador do Rio de Janeiro, Luiz Pezão (PMDB); com um déficit esperado para 2016 de R$ 16 bilhões, como no ano passado, ele cobra solidariedade da presidente Dilma Rousseff, do ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, do STF, da Petrobras e da Assembleia Legislativa do Rio: "O Rio tem que ter tratamento especial. Parou tudo. A Petrobras, pra gente, tem importância vital. Essa parada que deu vai no coração da gente”
"Ainda não caiu a ficha nas pessoas de que o petróleo sumiu", afirma o governador do Rio de Janeiro, Luiz Pezão (PMDB); com um déficit esperado para 2016 de R$ 16 bilhões, como no ano passado, ele cobra solidariedade da presidente Dilma Rousseff, do ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, do STF, da Petrobras e da Assembleia Legislativa do Rio: "O Rio tem que ter tratamento especial. Parou tudo. A Petrobras, pra gente, tem importância vital. Essa parada que deu vai no coração da gente” (Foto: Roberta Namour)


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247 - Com um déficit esperado para 2016 de R$ 16 bilhões, como no ano passado, o governador do Rio de Janeiro, Luiz Pezão (PMDB), cobra solidariedade da presidente Dilma Rousseff, do ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, do STF, da Petrobras e da Assembleia Legislativa do Rio para definir um imbróglio sobre a distribuição dos royalties e participações especiais.

"Ainda não caiu a ficha nas pessoas de que o petróleo sumiu", disse ele, em entrevista ao Valor. "O Rio tem que ter tratamento especial. Parou tudo. A Petrobras, pra gente, tem importância vital. Essa parada que deu vai no coração da gente”, acrescentou.

Ele também aponta como esperança o Projeto de Lei de Responsabilidade Fiscal do Estado, que será encaminhado à Assembleia Legislativa no fim do recesso. O projeto divide gastos de pessoal e previdenciários com outros poderes, e expõe torneiras que ficaram abertas nos anos de fartura (leia mais).

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