Petroleiros vendem botijões a R$ 50 no Rio de Janeiro

O Sindicato dos Petroleiros do Norte Fluminense (Sindipetro-NF) e a Federação Única dos Petroleiros (FUP) realizaram uma campanha em que foram vendidas 200 unidades, cada uma por R$ 50, valor que o NF acredita ser justo

(Foto: Divulgação)


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247 - O Sindicato dos Petroleiros do Norte Fluminense (Sindipetro-NF) e a Federação Única dos Petroleiros (FUP) realizaram, nesta quinta-feira (21), a campanha "Gás a preço justo". Foram vendidas 200 unidades, cada uma por R$ 50, valor que o NF acredita ser justo. A ação ocorreu na Rua Peperônia, em Rio das Ostras, no Rio de Janeiro. 

O preço médio do botijão de 13 quilos ultrapassou a marca de R$ 100. Na semana passada, o valor chegou a R$ 100,44, um aumento 1,79% em comparação com a semana anterior (R$ 98,67).

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De acordo com a diretora Bárbara Bezerra, "o preço do gás é injusto e está atrelado à política". "Não é a Petrobrás que faz esse preço, mas sim o governo federal e a hora que o presidente quiser, ele pode mudar essa realidade", disse.

O coordenador geral do Sindipetro-NF, Tezeu Bezerra, destacou que, "antes do golpe de 2016, pagávamos entre R$ 30 e R$ 40 no botijão de gás". "Isso há cinco anos. Hoje, estamos pagando mais de R$ 130,00 reais. Isso porque o Governo quer privilegiar os amigos do Paulo Guedes, que querem ganhar às nossas custas. E não é só o botijão de gás. É o diesel, a gasolina, que automaticamente geram aumento no preço dos alimentos. Não podemos mais aceitar isso", ressaltou Tezeu.

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