'Passaporte da vacina' será opcional em bares, restaurantes e shoppings, diz secretário da Saúde em recuo da gestão municipal
Após o prefeito de São Paulo anunciar a obrigatoriedade de apresentação de "um passaporte da vacina" contra a Covid-19 para o ingresso em estabelecimentos, Edson Aparecido detalhou um pouco mais o funcionamento do comprovante
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247 - Após o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), anunciar nesta segunda-feira (23) a obrigatoriedade de apresentação de "um passaporte da vacina" contra a Covid-19 para o ingresso em estabelecimentos na capital, o secretário municipal da Saúde, Edson Aparecido, disse que o comprovante será opcional em bares, restaurantes e shoppings.
De acordo com Aparecido, no entanto, restaurantes com eventos e teatros de shoppings precisarão do comprovante.
Os cidadãos deverão baixar um aplicativo - que deve ser lançado até sexta-feira (27) -, efetuar um cadastro e emitir um código que, mediante leitura, permitirá que os estabelecimentos saibam se a pessoa está com alguma dose do imunizante contra Covid-19 atrasada.
A Associação Nacional de Restaurantes (ANR) diz que "exigir certificados de vacinação pode fazer sentido em países onde poucos têm se vacinado, mas esse não é o caso do Brasil". A Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) em São Paulo pondera que o "passaporte" pode incentivar a população a se vacinar, mas pode também afastar os clientes: "sendo um incentivo à vacinação, o setor vê como apoio. A única ressalva e preocupação que o setor tem é com a funcionalidade desse aplicativo para que não seja um impeditivo ou obstáculo para frequência dos seus usuários, clientes, e também dos próprios estabelecimentos preocupados com o manuseio e a utilização desse aplicativo".
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