Parece que quem não quer morrer é comunista, diz Kalil sobre covid-19

"Fica parecendo que quem não quer morrer é comunista. Enquanto isso, a gente vê cidade que não tem um respirador sequer abrindo o comércio", lamenta o prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (PSD)

Alexandre Kalil
Alexandre Kalil (Foto: Amira Hissa/PBH)


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247 - Ex-presidente do Atlético Mineiro e prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (PSD) tem uma visão pessimista em relação á pandemia do novo coronavírus. "Não vamos sair melhores dessa situação. Ninguém se comove em ver corpo jogado em vala. Quase 1.000 famílias perdendo gente por dia e ainda tem sujeito preocupado em abrir comércio", diz ele em entrevista ao El País Brasil.

A capital mineira lida com situação relativamente estável no sistema de saúde público. Enquanto São Paulo e Rio de Janeiro veem uma iminente lotação dos leitos de UTI e de enfermaria por conta dos contaminados com a covid-19, BH tem 49% dos leitos intensivos ocupados. Já os leitos comuns estão com 70% da capacidade livre.

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"Fica parecendo que quem não quer morrer é comunista. E quem quer morrer, mas protesta em caminhonete cabine dupla, é de direita. Enquanto isso, a gente vê cidade que não tem um respirador sequer abrindo o comércio", diz ele. 

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