Parada Gay reúne 1 milhão de pessoas em Copacabana

Cerca de 1 milhão de pessoas são esperada na 18ª Parada do Orgulho LGBT (sigla para lésbicas, gays, bissexuais e transexuais) na Praia de Copacabana, na zona sul do Rio; a estimativa é da organização não governamental Arco-Íris; foram montadas tendas para prestação de serviços ao público LGBT

Cerca de 1 milhão de pessoas são esperada na 18ª Parada do Orgulho LGBT (sigla para lésbicas, gays, bissexuais e transexuais) na Praia de Copacabana, na zona sul do Rio; a estimativa é da organização não governamental Arco-Íris; foram montadas tendas para prestação de serviços ao público LGBT
Cerca de 1 milhão de pessoas são esperada na 18ª Parada do Orgulho LGBT (sigla para lésbicas, gays, bissexuais e transexuais) na Praia de Copacabana, na zona sul do Rio; a estimativa é da organização não governamental Arco-Íris; foram montadas tendas para prestação de serviços ao público LGBT (Foto: Leonardo Lucena)


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Vitor Abdala
Repórter da Agência Brasil

Rio de Janeiro – Cerca de 1 milhão de pessoas são esperadas na tarde de hoje (13) na 18ª Parada do Orgulho LGBT (sigla para lésbicas, gays, bissexuais e transexuais) na Praia de Copacabana, na zona sul do Rio. A estimativa é do presidente da organização não governamental Arco-Íris, Júlio Moreira, um dos organizadores da passeata.

Segundo ele, a primeira parada oficial no Rio de Janeiro ocorreu em 1995, durante encontro internacional degays e lésbicas. Dois anos antes, em 1993, cerca de 20 pessoas haviam se reunido em um ato que seria o embrião da Parada LGBT.

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"As paradas contribuíram para a visibilidade da comunidade que, até então, vivia dentro do armário. Em 1995, tivemos uma parada com 1.200 participantes. Hoje, você tem manifestações no Rio e em São Paulo, uns dos maiores eventos comunitários do Brasil", disse Moreira.

A parada está prevista para começar às 13h, na Avenida Atlântica, em Copacabana. Foram montadas tendas para prestação de serviços ao público LGBT. O Programa Rio Sem Homofobia, do governo do estado, instalou uma tenda com duas salas para atender a população com advogados, psicólogos e assistentes sociais. A Defensoria Pública também montou uma tenda para atender ao público LGBT.

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Edição: Beto Coura

 

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