Para secretário, ajuste fez ampliar demissões no Rio
Secretário municipal de Trabalho e Emprego do Rio de Janeiro (SMTE), Augusto Lopes Ribeiro, disse que os principais fatores que contribuíram para colocar o Rio na liderança das cidades que mais demitiram este ano são o ajuste fiscal do governo federal e os desdobramentos da Operação Lava Jato; nos primeiros sete meses deste ano, segundo dados do Caged, foram fechadas 45,3 mil vagas na capital do Estado
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Rio 247 - O secretário municipal de Trabalho e Emprego do Rio de Janeiro (SMTE), Augusto Lopes Ribeiro, disse que os principais fatores que contribuíram para colocar o Rio na liderança das cidades que mais demitiram este ano são o ajuste fiscal do governo federal e os desdobramentos da Operação Lava Jato. Nos primeiros sete meses deste ano, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), foram fechadas 45,3 mil vagas na capital do Estado. O setor de serviços foi o mais afetado, registrando 19,9 mil desligamentos.
"Isso é reflexo da crise econômica e política que está vivendo o país. E o Rio sofre mais porque a crise atingiu a Petrobras. Todos os contratos que a Petrobras tinha de outras empresas que prestavam serviços, pararam ou não se renovaram. A única explicação que a gente consegue visualizar é a Petrobras. Petrobras parou de investir, pararam os investimentos", observou. A sede da Petrobras fica na capital fluminense.
"Mas isso é recuperar e a Petrobras vai voltar a contratar. É coisa momentânea", disse Lopes ao portal G1. Ainda segundo ele,
"a crise financeira levou a queda de investimentos na cidade, à elevação da inflação, o que repercute no encolhimento da receita das empresas de pequeno, médio e grande porte, levando a cortes de gastos e gerando demissões".
A crise vem se fazendo sentir desde 2014, quando a arrecadação do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) caiu cerca de R$ 2 bilhões. Outros R$ 2,2 bilhões em perdas devem vir dos royalties de petróleo.
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